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Conjunto urbano da Avenida da Boavista, entre o Pinheiro Manso e a Avenida Marechal Gomes da Costa - detalhe

Designação

Designação

Conjunto urbano da Avenida da Boavista, entre o Pinheiro Manso e a Avenida Marechal Gomes da Costa

Outras Designações / Pesquisas

Designação anterior :
Conjunto urbano constituído pelos prédios n.ºs 2402 a 2 806 (lado Norte) e 2045 a 2 831 (lado Sul) da Av. da Boavista e Prédios 1 a 19 da Av. Marechal Gomes da Costa / Conjunto habitacional na Avenida da Boavista (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Conjunto Urbano

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Porto / Porto / Lordelo do Ouro e Massarelos

Endereço / Local

Avenida Marechal Gomes da Costa
Lordelo do Ouro

Número de Polícia: 1-19

Avenida da Boavista
Porto/Ramalde

Número de Polícia: 2402-2806; 2045-2831

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como CIP - Conjunto de Interesse Público

Cronologia

Portaria n.º 400/2010, DR, 2.ª série, n.º 114, de 15-06-2010 (sem restrições) (ver Portaria)
Despacho de homologação de 21-12-2009 da Ministra da Cultura
Parecer favorável de 1-10-2008 do Conselho Consultivo do IGESPAR, I.P.
Proposta de 3-06-2008 da DRC do Norte para a classificação como IIP
Despacho de abertura de 5-09-1988 do presidente do IPPC
Parecer favorável de 1-09-1988 do Conselho Consultivo do IPPC
Proposta de 21-07-1978 da CM do Porto

ZEP

Portaria n.º 400/2010, DR, 2.ª série, n.º 114, de 15-06-2010 (sem restrições) (ver Portaria)
Despacho de homologação de 21-12-2009 da Ministra da Cultura
Parecer favorável de 1-10-2008 do Conselho Consultivo do IGESPAR, I.P.
Proposta de 3-06-2008 da DRC do Norte

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Aberta em meados do século XIX - e terminada já nas primeiras décadas da centúria seguinte, em 1917 - a Avenida da Boavista permitiu a ligação do centro da cidade do Porto e o mar, atravessando o que eram na época os arrabaldes rurais da cidade.
Devido aos vastos terrenos agrícolas que ocupavam toda a zona onde a nova artéria se implantou, a Avenida rapidamente se transformou na zona habitacional de excelência da alta burguesia portuense. Desta forma, a partir da primeira metade do século XX assiste-se à gradual ocupação urbanística da Avenida dos Aliados com um conjunto de moradias e palacetes que foram acompanhando as mudanças graduais do gosto e das formas arquitectónicas em Portugal: as linhas beaux arts, arte nova e art deco, de vincada inspiração francesa, a mistura eclética de elementos neoclássicos e neobarrocos, a arquitectura de veraneio, numa possível reminiscência da proximidade da Foz, a arquitectura modernista, num apontamento de arrojo e contemporaneidade, e por fim, o cunho nacional do Português Suave.
Cada um dos edifícios articula-se de forma indissociável com o espaço exterior, onde foram plantadas várias espécies arbóresas, nomeadamente árvores exóticas de grandes dimensões, que dão ao conjunto uma feição de grandiosidade cenográfica.
Catarina Oliveira
DIDA/ IGESPAR, I.P./ Junho de 2010

Imagens