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Palácio Sabugosa e Jardins - detalhe

Designação

Designação

Palácio Sabugosa e Jardins

Outras Designações / Pesquisas

Palácio dos Condes de São Lourenço / Palácio de Santo Amaro / Palácio de São Joaquim (ao Calvário) / Quinta Cesária / Palácio Sabugosa / Palácio de São Lourenço / Palácio de Santo Amaro(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Palácio

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Lisboa / Lisboa / Alcântara

Endereço / Local

Rua 1.º de Maio
Lisboa

Número de Polícia: 112-124

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como MIP - Monumento de Interesse Público

Cronologia

Portaria n.º 262/2012, DR, 2.ª série, n.º 125, de 29-06-2012 (ver Portaria)
Procedimento prorrogado até 31-12-2012 pelo Decreto-Lei n.º 115/2011, DR, 1.ª série, n.º 232, de 5-12-2011 (ver Diploma)
Relatório final do procedimento aprovado por despacho de 21-11-2011 do diretor do IGESPAR, I.P.
Anúncio n.º 4/2011 de 22-07-2011 da CM de Lisboa, publicado no Boletim Municipal de 4-08-2011
Anúncio n.º 8323/2011, DR, 2.ª série, n.º 116, de 17-06-2011 (ver Anúncio)
Procedimento prorrogado pelo Despacho n.º 19338/2010, DR, 2.ª série, n.º 252, de 30 de Dezembro (ver Despacho)
Parecer favorável de 7-01-2009 do Conselho Consultivo do IGESPAR, I.P.
Proposta de 26-09-2008 da DRC de Lisboa e Vale do Tejo para a classificação como IIP
Edital N.º 29/2008 de 18-03-2008 da CM de Lisboa
Despacho de abertura de 19-11-1998 do vice-presidente do IPPAR
Proposta de 17-11-1998 da DR de Lisboa para a abertura da instrução do processo de classificação
Parecer favorável de 23-11-1995 da CM de Lisboa
Proposta de classificação de Agosto de 1985 da URBE

ZEP

Portaria n.º 262/2012, DR, 2.ª série, n.º 125, de 29-06-2012 (sem restrições) (ver Portaria)
Relatório final do procedimento aprovado por despacho de 21-11-2011 do diretor do IGESPAR, I.P.
Anúncio n.º 8323/2011, DR, 2.ª série, n.º 116, de 17-06-2011 (ver Anúncio)
Parecer favorável de 7-01-2009 do Conselho Consultivo do IGESPAR, I.P.
Proposta de 26-09-2008 da DRC de Lisboa e Vale do Tejo

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

A história do Palácio de Sabugosa recua até ao século XVI, altura em que foi construído no local um primitivo paço rural para residência de Luís César de Meneses, de quem descenderiam os Condes de São Lourenço (outra das designações do palácio) e os Condes e Marqueses de Sabugosa. A propriedade onde se erguia o palácio era conhecida por Mata dos Sabugosas ou Quinta Cesária, e ocupava cerca de três hectares localizados entre Alcântara e a Tapada da Ajuda. A parte superior da quinta era dominada por uma ampla mata, e junto da habitação ainda se pode admirar um jardim de aparto com um lago central, esplanada e cascata.
As primeiras transformações assinaláveis deste paço primitivo, incluindo a disposição que ainda actualmente possui nas suas características essenciais, datam do início do século XVIII e devem-se à iniciativa de Vasco Fernandes César, 1.º Conde de Sabugosa. Em finais do século XIX decorreram outras obras de actualização dos interiores, já atribuídas à acção do 9.º Conde. Dos magníficos interiores merece destaque a biblioteca, onde António Maria César e Meneses terá encontrado o folheto inédito do Auto da Festa de Gil Vicente, cujo fac-simile fez publicar em 1906. De resto, os salões do Palácio Sabugosa receberam muitos homens de letras, julgando-se mesmo que a casa serviu de inspiração às descrições da casa do Ramalhete dos Maias de Eça de Queirós.
A quinta, que chegou a estender-se até ao limite do Palácio de Vale Flor e até à ermida de Santo Amaro, encontra-se hoje bastante alterada pelas sucessivas vagas de urbanização que afectaram o local desde o século XIX, mas mantém os seus espaços principais. Entre estes estão a fachada principal, voltada para a Rua 1.º de Maio, o átrio revestido de azulejos, a capela com um Cristo atribuído a Machado de Castro, e diversas salas do interior.
Sílvia Leite/DIDA - IGESPAR, IP/2012

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