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Casa, anexos e parte dos antigos jardins de ensaio de Frederico Daupiás - detalhe

Designação

Designação

Casa, anexos e parte dos antigos jardins de ensaio de Frederico Daupiás

Outras Designações / Pesquisas

Casa Daupiás / Casa e Jardins de Frederico Daupias(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Casa

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Lisboa / Lisboa / Santo António

Endereço / Local

Rua do Arco de São Mamede
Lisboa

Número de Polícia: 6-8

Proteção

Situação Actual

Procedimento encerrado / arquivado - sem protecção legal

Categoria de Protecção

Não aplicável

Cronologia

Despacho de 23-06-2006 da CM de Lisboa a determinar a não classificação municipal
Despacho de abertura de 22-01-2004 da CM de Lisboa para eventual classificação como IIM
Despacho de 7-04-2003 do vice-presidente do IPPAR encerrou o processo no âmbito do Instituto, por não ter valor nacional
Despacho de abertura de 18-06-1999

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

No inicio do século XX, Frederico Romão Daupiás d'Alcochete - 4º Barão de Alcochete -, decide comprar um terreno, com o objectivo de se dedicar ao interesse particular que nutria por plantas e jardins, adquirido nas suas inúmeras viagens á Europa. Daupiás, impulsiona a criação de um jardim que aglutina diversos espécimes arbóreos, controi pequenos núcleos ajardinados independentes dentro do terreno - aproveitando a sua inclinação em socalcos - com um cararácter experiementalista, ao qual se alia uma perspectiva de interacção entre o homem e a natureza, abrindo arruamentos calcetados e instalando bancos, com o objectivo de, pontualmente, abrir o jardim ao público. A este núcleo, representativo das técnicas de jardinagem portuguesa na viragem do século (com o uso de um sistema complexo de tanques, bombas e canalizações), alia-se uma casa projectada por um arquitecto desconhecido, de construção eclética, também da primeira década do século XX. De planta quadrada, coberta por telhados de duas e três águas, possui uma fachada escalonada, com um corpo central saliente, de dois andares, terminando numa empena triangular; os dois corpos laterais, com um único piso são rasgados por duas fenestrações de secção quadrada e cobertos por beiral.

Imagens