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Ermida de Nossa Senhora da Guia - detalhe

Designação

Designação

Ermida de Nossa Senhora da Guia

Outras Designações / Pesquisas

Ermida de Nossa Senhora da Guia (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Religiosa / Ermida

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Leiria / Pombal / Guia, lha e Mata Mourisca

Endereço / Local

EN 109 (à beira da), Leiria-Figueira da Foz, a cerca de 25 km desta cidade
Lugar da Guia

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Decreto n.º 95/78, DR, I Série, n.º 210, de 12-09-1978 (ver Decreto)

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Situada no lugar da Guia, esta ermida de peregrinação impõe-se na malha urbana pelas dimensões e imponência da sua arquitectura, ainda que envolta por uma série de edificações comuns. É, talvez, a praça fronteira, que confere maior destaque à fachada principal, outrora com uma majestosa torre sineira, demolida na segunda metade do século XX.
De planta longitudinal, que articula nave única e capela-mor, a ermida de Nossa Senhora da Guia é circundada por um alpendre apoiado em colunata toscana, que serviria de apoio às festas e romarias, relacionando-se com o interior do templo através de várias portas. A fachada principal é rematada por frontão triangular, conservando o carácter depurado que se observa nas restantes fachadas. Muito embora sejam bastante escassas as informações sobre a ermida, sabe-se que foi edificada em 1678, às custas das esmolas dos fiéis, pois assim o indica a inscrição na verga de uma das portas.
No interior, destaca-se a campanha decorativa barroca, de que é principal testemunho o retábulo-mor, de estilo nacional e com a imagem da padroeira na tribuna. Já no século XIX, uma outra campanha decorativa foi responsável pelos motivos esculpidos do arco triunfal e pelas pinturas do púlpito, da porta da sacristia, da base do retábulo e dos tectos de caixotões da nave e capela-mor. Uma última referência aos nichos que ladeiam o arco triunfal, substituem os habituais retábulos colaterais.
(Rosário Carvalho)

Imagens