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Palácio do Marquês de Tancos - detalhe

Designação

Designação

Palácio do Marquês de Tancos

Outras Designações / Pesquisas

Palácio do Marquês de Tancos(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Palácio

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Lisboa / Lisboa / Santa Maria Maior

Endereço / Local

Calçada do Marquês de Tancos
Lisboa

Número de Polícia: 2-10

Rua Costa do Castelo
Lisboa

Número de Polícia: 23-27

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Decreto n.º 2/96, DR, I Série-B, n.º 56, de 6-03-1996 (ver Decreto)

ZEP

Despacho de 18-10-2011 do diretor do IGESPAR, I.P. a concordar com o parecer e a devolver o processo à DRC de Lisboa e Vale do Tejo para apresentar propostas de ZEP individuais, ou conjuntas nos casos em que tal se justifique
Parecer de 10-10-2011 da SPA do Conselho Nacional de Cultura a propor o arquivamento
Proposta de 22-08-2006 da DR de Lisboa para a ZEP conjunta do Castelo de São Jorge e restos das cercas de Lisboa, Baixa Pombalina e imóveis classificados na sua área envolvente

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Um dos poucos palácios lisboetas que sobreviveu ao terramoto de 1755, o Palácio do Marquês de Tancos é um edifício da primeira metade do século XVIII, implantado sobre o antiga residência quinhentista dos Ataíde, que domina urbanisticamente toda esta encosta da cidade entre a Sé e o Castelo. O primeiro piso foi totalmente transformado para espaços comerciais, mas a fisionomia do antigo palácio mantém-se nos andares superiores, especialmente no piso nobre, com as suas varandas balaustradas em ferro, e no último andar, com as suas mansardas. Em meados do século XIX o conjunto foi vendido a Alves Dinis, iniciando-se então a dispersão de propriedade que hoje o caracteriza. Não obstante o cerca de século e meio em que os espaços do palácio foram sendo sucessivamente vendidos e transformados, o conjunto apresenta ainda uma grande uniformidade urbanística e conserva grande parte do recheio artístico original, em especial as salas decoradas com azulejos panorâmicos das primeiras décadas do século XVIII, executados por Raimundo do Couto.
PAF

Imagens

Bibliografia

Título

História genealógica da Casa Real Portuguesa

Local

-

Data

2001

Autor(es)

SOUSA, António Caetano de

Título

Azulejaria em Portugal no século XVIII

Local

Lisboa

Data

1979

Autor(es)

SIMÕES, J. M. dos Santos

Título

Obra crespa e relevante. Os interiores das Igrejas lisboetas na segunda metade do século XVII - alguns problemas, Bento Coelho 1620-1708 e a Cultura do seu tempo

Local

Lisboa

Data

1998

Autor(es)

SOBRAL, Luís de Moura

Título

A freguesia de S. Cristóvão

Local

Lisboa

Data

1944

Autor(es)

ANDRADE, Ferreira de

Título

Palácio do Marquês de Tancos, Dicionário da História de Lisboa

Local

Lisboa

Data

1994

Autor(es)

GONÇALVES, António Manuel

Título

Palácios, Azulejos e Metamorfoses, Oceanos, nº 36-37, Outubro 1998-Março 1999

Local

Lisboa

Data

1999

Autor(es)

CORREIA, Ana Paula Rebelo