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Fachada do antigo Palácio de D. Miguel - detalhe

Designação

Designação

Fachada do antigo Palácio de D. Miguel

Outras Designações / Pesquisas

Palácio de D. Miguel / Palácio do Infantado / Palácio da Companhia das Lezírias (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Fachada

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Santarém / Benavente / Samora Correia

Endereço / Local

Praça da República
Samora Correia

Proteção

Situação Actual

Em Vias de Classificação

Categoria de Protecção

Em Vias de Classificação (Homologado como IM -...

Cronologia

Em 28-03-2017 foi solicitada informação à CM de Benavente sobre se a fachada ainda se encontrava em vias de classificação para IM
Enviada cópia do processo pelo Ministério da Cultura à CM de Benavente em 11-05-2010 a fim de ponderar a conclusão do procedimento
Proposta de 20-06-1997 da APDISC para a classificação de toda a peça arquitectónica original. em virtude dos elementos de composição utilizados no alçado principal se repetirem nos restantes alçados, nomeadamente ao nível de fenestração, molduras, sancas, soco, cunhais, etc.
Edital N.º 300/97 de 10-03-1997 da CM de Benavente
Edital de 16-06-1983 da CM de Benavente
Despacho de concordância de 9-09-1982 do Secretário de Estado da Cultura
Proposta de 6-09-1992 da presidente do IPPC para a classificação apenas da fachada, por o interior ter sido destruído num incêndio
Parecer de 31-08-1982 da Assessoria Técnica do IPPC a propor a classificação como VC

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Construído provavelmente na segunda metade do século XVII, este grande palacete, situado no centro do núcleo urbano de Samora Correia, pertencia, na sua origem, à Casa do Infantado.
Durante muitos anos, o edifício foi conhecido como Palácio de D. Miguel, prendendo-se certamente com a presença assídua do príncipe em Samora Correia, que chegou a obter o título de conde da povoação ribatejana em 1823.
Com a extinção da Casa do Infantado, em 1834, o palácio é integrado, dois anos depois, na Companhia das Lezírias. O edifício manteve a traça maneirista chã original até ao ano de 1975, data em que um incêndio destruiu todo o interior do estrutura edificada.
Restou somente a fachada do palácio, delimitada por cunhais, dividida em dois pisos, marcados pela disposição regular de janelas, no piso térreo, pequenas janelas rectangulares, no superior, janelas de sacada com guarda de ferro. O portal principal situa-se do lado esquerdo da fachada, com moldura em arco abatido, encimado por frontão, gravado no tímpano com a sigla CL e encimado por escudo real.
Em 1996 iniciaram-se obras de recuperação do edifício, com vista à sua adaptação como espaço cultural. Desde 1998 funcionam, no renovado palácio, uma biblioteca municipal, um auditório e uma galeria de exposições.
Catarina Oliveira
IPPAR/2006

Imagens

Bibliografia

Título

Ribatejo Histórico e Monumental

Local

Lisboa

Data

1938

Autor(es)

CÂNCIO, Francisco

Título

Samora Correia através dos tempos - sua história, seu passado, seu presente, seu futuro

Local

Torres Vedras

Data

1996

Autor(es)

MARTINS, Pe. Camilo Neves