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Edifício da Câmara Municipal de Castelo Branco (antigo Solar dos Viscondes de Oleiros) - detalhe

Designação

Designação

Edifício da Câmara Municipal de Castelo Branco (antigo Solar dos Viscondes de Oleiros)

Outras Designações / Pesquisas

Solar dos Viscondes de Oleiros / Edifício da Câmara Municipal de Castelo Branco (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Edifício

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Castelo Branco / Castelo Branco / Castelo Branco

Endereço / Local

Praça do Município
Castelo Branco

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IM - Interesse Municipal

Cronologia

A classificação como VC foi convertida para IM nos termos do n.º 2 do art.º 112.º da Lei n.º 107/2001, publicada no DR, I Série-A, N.º 209, de 8-09-2001
Decreto n.º 95/78, DR, I Série, n.º 210, de 12-09-1978 (ver Decreto)

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

À semelhança de outros palácios de Castelo Branco, também o actual edifício da Câmara Municipal de Castelo Branco se integra no surto de construções / reconstruções, fora das muralhas, que a cidade conheceu no decorrer dos séculos XVII e XVIII.
Edificada no início do século XVI, a casa nobre então pertencente a Bartolomeu da Fonseca situava-se no sítio da Devesa, próxima da cerca. Mais tarde foi herdada por José de Mesquita Martins de Fonseca e reconstruída no século XVII, tornando-se então residência dos descendentes da família Mesquita e Albuquerque, à qual pertenciam os viscondes de Oleiros.
Resulta desta reedificação o edifício que observamos hoje, de planta em U (tal como o Palácio dos Viscondes de Portalegre, sensivelmente da mesma época) com dois corpos laterais avançados rematados por empena triangular que recordam "(...) as antigas torres medievais e quinhentistas" (LEITE, p. 44). O Palácio desenvolve-se em dois andares de alçados regulares e simétricos, que acentuam a horizontalidade do conjunto. Na fachada principal, de gosto barroco, destaca-se a escadaria central de dois lanços paralelos e convergentes que terminam no portal principal rematado por frontão curvo. O alçado posterior distingue-se pela loggia de colunas toscanas, e pelo lambril de azulejos com representações de cenas de caça e pesca, colocado no século XVIII e muito possivelmente, oriundo da Fábrica do Rato. À sua frente estendem-se o jardim e quinta, remodelados em 1935 quando o imóvel foi adquirido pela Câmara Municipal. Idêntica remodelação sofreu o pátio que antecedia a fachada principal, substituído pela Avenida de Nuno Álvares e pela actual Praça do Município.
(Rosário Carvalho)

Imagens

Bibliografia

Título

Castelo Branco na História e na Arte

Local

-

Data

1958

Autor(es)

-

Título

Memorial Chronológico e Descriptivo da Cidade de Castelo Branco

Local

Lisboa

Data

1853

Autor(es)

SILVA, J. A. Porfírio

Título

Castelo Branco

Local

Lisboa

Data

1991

Autor(es)

LEITE, Ana Cristina

Título

Elementos para um inventário artístico do Distrito de Castelo Branco

Local

Castelo Branco

Data

1976

Autor(es)

SALVADO, António

Título

Tesouros Artísticos de Portugal

Local

Lisboa

Data

1976

Autor(es)

ALMEIDA, José António Ferreira de

Título

Monumentos de Castelo Branco - Capelas e Cruzeiros, Beira Baixa

Local

Castelo Branco

Data

1953

Autor(es)

SANTOS, Manuel Tavares dos

Título

Castelo Branco e a sua Região

Local

Coimbra

Data

1980

Autor(es)

NUNES, António Pires