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Casa na Rua dos Oleiros (do Brasil), 47 a 51 - detalhe

Designação

Designação

Casa na Rua dos Oleiros (do Brasil), 47 a 51

Outras Designações / Pesquisas

Casa na Rua dos Oleiros, n.º 47 a 51 / Casa na Rua do Brasil, n.º 47 a 51 (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Casa

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Santarém / Abrantes / Abrantes (São Vicente e São João) e Alferrarede

Endereço / Local

Rua dos Oleiros (do Brasil)
Abrantes

Número de Polícia: 47

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IM - Interesse Municipal

Cronologia

A classificação como VC foi convertida para IM nos termos do n.º 2 do art.º 112.º da Lei n.º 107/2001, publicada no DR, I Série-A, N.º 209, de 8-09-2001
Decreto n.º 129/77, DR, I Série, n.º 226, de 29-09-1977 (Nota - O decreto considerou incorretamente os números 47 e 51 como dois imóveis distintos) (ver Decreto)
Edital de 2-01-1976 da CM de Abrantes
Despacho de homologação de 18-03-1975 do Secretário de Estado da Cultura e Educação Permanente
Parecer favorável de 7-03-1975 da 4.ª Subsecção da 2.ª Secção da JNE
Proposta do delegado da JNE no concelho para a classificação como VC

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

A sinuosidade da Rua dos Oleiros, que liga o largo da Câmara Municipal à igreja de São Vicente, é acompanhada pelas fachadas das casas que a definem, que se adaptam às curvas desenhadas por esta artéria. A sua existência encontra-se documentada desde a segunda metade do século XIV (CAMPOS, 1989, p. 70), mas grande parte das habitações são de construção posterior. O imóvel correspondente aos números 47 a 51 enquadra-se neste caso, ainda que não seja possível identificar, com exactidão, a data da sua edificação. Contudo, esta não se deverá afastar do importante período construtivo que Abrantes conheceu entre o século XVIII e a centúria seguinte.
O imóvel pauta-se por uma extrema austeridade decorativa, em que apenas as molduras das janelas, rectilíneas, foram pintadas em tons de amarelo. Destaca-se a regularidade na distribuição dos vãos, com excepção da última porta do primeiro andar, já na extremidade do edifício. Assim, observamos, no piso térreo, três portas, e nos andares superiores duas janelas em cada um, uma das quais, no andar intermédio, de sacada com gradeamento de ferro.
Actualmente, funciona no espaço térreo uma sapataria, e a porta central abre-se para uma montra interior, o que constitui, com certeza, uma alteração em relação ao modelo original.
Trata-se de um edifício que se integra na denominada arquitectura corrente, onde se privilegiou a funcionalidade em detrimento da decoração, e cuja importância tem vindo a ser valorizada, em conjunto com outros exemplares do mesmo período, como testemunho de uma época construtiva de grande significado do ponto de vista local.
(RC)

Imagens

Bibliografia

Título

Toponimia Abrantina.

Local

-

Data

-

Autor(es)

CAMPOS, Eduardo