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Casa na Rua Grande (Santos e Silva), 57 - detalhe

Designação

Designação

Casa na Rua Grande (Santos e Silva), 57

Outras Designações / Pesquisas

Casa na Rua Grande, n.º 53 a 57 / Casa na Rua Santos e Silva, n.º 53 a 57(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Casa

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Santarém / Abrantes / Abrantes (São Vicente e São João) e Alferrarede

Endereço / Local

Rua Santos e Silva (também conhecida por Rua Grande)
Abrantes

Número de Polícia: 53-57

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IM - Interesse Municipal

Cronologia

A classificação como VC foi convertida para IM nos termos do n.º 2 do art.º 112.º da Lei n.º 107/2001, publicada no DR, I Série-A, N.º 209, de 8-09-2001
Decreto n.º 95/78, DR, I Série, n.º 210, de 12-09-1978 (ver Decreto)
Edital de 2-01-1976 da CM de Abrantes
Despacho de homologação de 18-03-1975 do Secretário de Estado da Cultura e Educação Permanente
Parecer favorável de 7-03-1975 da 4.ª Subsecção da 2.ª Secção da JNE
Proposta do delegado da JNE no concelho para a classificação como VC

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Do conjunto de habitações setecentistas da cidade de Abrantes, as da Rua Grande assumem particular importância, pois esta era uma das artérias mais significativas da urbe, que relacionava as duas igrejas paroquiais, de São Vicente e de São João Baptista, prolongando-se depois até ao rio Tejo.
Na realidade, as fachadas eram entendidas como um sinal de prestígio e, se no caso deste edifício da Rua Grande, não é possível adivinhar um palacete de grande imponência, certo é que aqui encontramos boa parte das características que marcaram a arquitectura civil desta centúria.
Nesta medida, o imóvel correspondente ao número 57 apresenta uma fachada bastante longa, toda ela rasgada por uma série de vãos absolutamente simétricos, que alternam entre portas e janelas no piso térreo, mas que atingem plena uniformidade no piso nobre, todo ele preenchido por janelas de sacada, que conferem uma forte unidade à frontaria. A proximidade entre os vãos dos dois pisos confere à fachada um sentido vertical, apenas quebrado pela linha das varandas.
A depuração de todo o conjunto é quebrada, apenas, pela moldura curva das janelas superiores, o que contrasta com as vergas rectas dos restantes vãos. O edifício é delimitado por pilastras cujo capitel tem continuidade no friso e no entablamento que remata a construção.
Numa rua estreita como é a Rua Grande, esta frontaria bem ritmada não deixaria de se impor, criando um enquadramento cenográfico de algum impacto, principalmente a partir da Rua do Arcediago, situada no eixo da porta central.
(RC)

Imagens

Bibliografia

Título

Toponimia Abrantina.

Local

-

Data

-

Autor(es)

CAMPOS, Eduardo