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Fontanário em Vila Nogueira de Azeitão - detalhe

Designação

Designação

Fontanário em Vila Nogueira de Azeitão

Outras Designações / Pesquisas

Chafariz dos Pasmados / Fontanário em Vila Nogueira de Azeitão / Chafariz dos Pasmados(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Fontanário

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Setúbal / Setúbal / Azeitão (São Lourenço e São Simão)

Endereço / Local

Rua José Augusto Coelho (antiga Rua Direita)
Vila Nogueira de Azeitão

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IM - Interesse Municipal

Cronologia

A classificação como VC foi convertida para IM nos termos do n.º 2 do art.º 112.º da Lei n.º 107/2001, publicada no DR, I Série-A, N.º 209, de 8-09-2001
Decreto n.º 129/77, DR, I Série, n.º 226, de 29-09-1977 (ver Decreto)
Edital N.º 13/75 de 25-03-1975 da CM de Setúbal
Despacho de homologação de 13-02-1975
Parecer de 7-02-1975 da 4.ª Subsecção da 2.ª Secção da JNE a propor a classificação como VC

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

A construção do chafariz de Vila Nogueira de Azeitão foi impulsionada pelo Juíz de Fora Agostinho Machado de Faria, homem notabilíssimo pelo seu dinamismo à frente do cargo, com uma intensa actividade em prol do desenvolvimento e progresso da comunidade azeitonense. Entre os anos de 1764 e 1777, Machado de Faria fomentou a construção de diversas obras necessárias a Vila Nogueira de Azeitão, tais como a Real Fábrica de Tecidos de Algodão, a Casa da Câmara e o pelourinho, bem como vários fontanários, entre os quais o fontanário principal da vila. Também conhecido como "Chafariz dos Pasmados", o fontanário de Vila Nogueira de Azeitão foi projectado seguindo as regras de um formulário barroco tardio, influenciado estéticamente pela monumentalidade dos chafarizes da urbe lisboeta delineados por Carlos Mardel. Composto por uma estrutura tripartida, definida verticalmente por duas pilastras estriadas centrais e duas laterais, é rematado com recurso a um frontão interrompido com volutas, num jogo de formas contracurvas animado pela alternância de quatro fogaréus no remate das pilastras. Sob o tanque em mármore rosa e delineado em forma convexa, é esculpida uma moldura de linhas rectas e côncavas que enquadra uma jarra de flores, criando-se assim um diálogo de formas tipicamente barroco. É ainda de destacar, ao centro, o escudo de armas de D. José. S.C.P.

Imagens