Saltar para o conteúdo principal da página

Igreja de São Brás, paroquial da Granja - detalhe

Designação

Designação

Igreja de São Brás, paroquial da Granja

Outras Designações / Pesquisas

Igreja Paroquial de São Brás da Granja (do Hospital) / Igreja Paroquial de São Brás / Igreja Paroquial da Granja / Igreja de São Brás(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Religiosa / Igreja

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Évora / Mourão / Granja

Endereço / Local

Rua Pedro Piteira
Granja

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como MIP - Monumento de Interesse Público

Cronologia

Portaria n.º 199/2013, DR, 2.ª série, n.º 71, de 11-04-2013 (ver Portaria)
Procedimento prorrogado até 30-06-2013 pelo Decreto-Lei n.º 265/2012, DR, 1.ª série, n.º 251, de 28-12-2012 (ver Diploma)
Relatório final do procedimento aprovado por despacho de 28-11-2012 da diretora-geral da DGPC
Anúncio n.º 12829/2012, DR, 2.ª série, n.º 114, de 14-06-2012 (ver Anúncio)
Procedimento prorrogado pelo Decreto-Lei n.º 115/2011, DR, 1.ª série, n.º 232, de 5-12-2011 (ver Diploma)
Procedimento prorrogado pelo Despacho n.º 19338/2010, DR, 2.ª série, n.º 252, de 30-12-2010 (ver Despacho)
Parecer favorável de 30-04-2009 do Conselho Consultivo do IGESPAR, I.P.
Proposta de 3-03-2009 da DRC do Alentejo para a classificação como IIP
Edital N.º 18/2006 de 20-07-2006 da CM de Mourão
Despacho de abertura de 17-02-006 da vice-presidente do IPPAR
Nova proposta de abertura de 30-11-2005 da DR de Évora do IPPAR
Parecer de 27-09-1994 do Conselho Consultivo do IPPAR a propor uma melhor instrução do processo
Despacho de concordância de 20-10-1994 do presidente do IPPAR
Proposta de 30-11-2005 da DR de Évora do IPPAR para a abertura da instrução do processo de classificação

ZEP

Portaria n.º 199/2013, DR, 2.ª série, n.º 71, de 11-04-2013 (sem restrições) (ver Portaria)
Relatório final do procedimento aprovado por despacho de 28-11-2012 da diretora-geral da DGPC
Despacho concordância de 31-07-2012 do diretor-geral da DGPC
Proposta de 17-07-2012 da DRC do Alentejo para que se mantenha a proposta inicial
Proposta de alteração de 4-07-2012 da CM de Mourão
Anúncio n.º 12829/2012, DR, 2.ª série, n.º 114, de 14-06-2012 (ver Anúncio)
Parecer favorável de 30-04-2009 do Conselho Consultivo do IGESPAR, I.P.
Proposta de 3-03-2009 da DRC do Alentejo

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

A igreja paroquial de Mourão, implantada num largo isolado que corresponde ao núcleo mais antigo da povoação, impõe-se ao casario envolvente pela sua imponência e escala (ESPANCA). O templo que hoje se conhece não é o original, que remontava, certamente, ao século XIV, quando a igreja era comenda dos Hospitalários, passando mais tarde para a Ordem de Avis.
A construção da igreja actual remonta ao final do século XVI e ao início da centúria seguinte, tendo sido realizada a expensas da Mesa Metropolitana de D. Teodósio de Bragança (IDEM). A esta campanha foi acrescentada a cabeceira, em 1761, de forma a poder aí instalar o novo retábulo-mor, contemporâneo da renovação artística do interior.
A fachada principal, em empena, é seccionada por pilastras que definem três panos. O lateral esquerdo corresponde à torre sineira, de remate em coruchéu, sendo possível que, do lado oposto, o traçado inicial previsse uma outra torre, depois não construída. Ao centro, o portal, de verga recta, é ladeado por colunas dóricas e encimado pelo escudo da Casa Real e da Ordem de Avis. Foi executado em 1629 conforme se pode ler numa inscrição aí presente. Os alçados laterais são ritmados pelos contrafortes de remate em voluta, e cuja disposição se reflecte nas pilastras e arcos do interior que definem cinco tramos. Na nave encontra-se um altar, fronteiro ao púlpito, com retábulo à face. Os restantes cinco, de gosto rococó, agrupam-se junto ao arco triunfal e capela-mor, sendo que o arco e a cabeceira são revestidos por pintura mural. O retábulo-mor, remonta, como já foi referido, à década de 1760.
(RC)

Imagens

Bibliografia

Título

Inventário Artístico de Portugal - vol. IX (Distrito de Évora, Zona Sul, volume I)

Local

Lisboa

Data

1978

Autor(es)

ESPANCA, Túlio