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Ermida de Nossa Senhora do Bom Sucesso, incluindo a antiga casa dos romeiros - detalhe

Designação

Designação

Ermida de Nossa Senhora do Bom Sucesso, incluindo a antiga casa dos romeiros

Outras Designações / Pesquisas

Capela de Nossa Senhora do Bom Sucesso / Ermida de Nossa Senhora do Bom Sucesso e a casa dos romeiros (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Religiosa / Ermida

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Setúbal / Alcácer do Sal / Torrão

Endereço / Local

- acesso pela Rua Padre Daniel Bernardo Fernandes
Torrão

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como MIP - Monumento de Interesse Público

Cronologia

Portaria n.º 641/2012, DR, de 2.ª série, n.º 212, de 2-11-2012 (ver Portaria)
Despacho de 11-10-2012 do diretor-geral da DGPC a alterar a designação do procedimento para "Ermida de Nossa Senhora do Bom Sucesso, incluindo a antiga casa dos romeiros"
Relatório final do procedimento aprovado por despacho de 11-07-2012 do diretor-geral da DGPC
Anúncio n.º 9654/2012, DR, 2.ª série, n.º 87, de 4-05-2012 (ver Anúncio)
Procedimento prorrogado até 31-12-2012 pelo Decreto-Lei n.º 115/2011, DR, 1.ª série, n.º 232, de 5-12-2011 (ver Diploma)
Despacho de concordância de 11-04-2011 do diretor do IGESPAR, I.P.
Parecer favorável de 23-02-2010 da SPAA do Conselho Nacional de Cultura
Procedimento prorrogado pelo Despacho n.º 19338/2010, DR, 2.ª série, n.º 252, de 30-12-2010 (ver Despacho)
Nova proposta de 12-11-2010 da DRC do Alentejo para a classificação como MIP
Devolvido à DRC do Alentejo por despacho de 27-08-2010 do subdirector do IGESPAR, I.P. para juntar proposta de ZEP
Proposta de 15-03-2010 da DRC do Alentejo para a classificação como de IP
Edital de 22-09-2009 da CM de Alcácer do Sal
Despacho de abertura de 5-08-2009 do director do IGESPAR, I.P.
Proposta de 14-07-2009 da DRC do Alentejo para a abertura da instrução do processo de classificação

ZEP

Portaria n.º 641/2012, DR, de 2.ª série, n.º 212, de 2-11-2012 (sem restrições) (ver Portaria)
Despacho de 11-10-2012 do diretor-geral da DGPC a alterar a designação do procedimento para "Ermida de Nossa Senhora do Bom Sucesso, incluindo a antiga casa dos romeiros"
Relatório final do procedimento aprovado por despacho de 11-07-2012 do diretor-geral da DGPC
Anúncio n.º 9654/2012, DR, 2.ª série, n.º 87, de 4-05-2012 (ver Anúncio)
Despacho de concordância de 11-04-2011 do diretor do IGESPAR, I.P.
Parecer favorável de 23-02-2010 da SPAA do Conselho Nacional de Cultura
Proposta de 12-11-2010 da DRC do Alentejo

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Data de 24 de Março de 1729 a autorização do rei D. João V para a construção da ermida de Nossa Senhora do Bom Sucesso, "no sítio do Mosteiro Velho", respondendo assim às solicitações da confraria com a mesma invocação. Esta confraria justificava o pedido com as dimensões reduzidas da primitiva ermida, que remontava ao reinado de D. Manuel, e os problemas de acesso motivados pela distância da vila e pelos maus caminhos. O novo templo foi edificado nos anos seguintes, encontrando-se sujeito à Ordem de Santiago, como anteriormente.
A ermida inscreve-se no ciclo mais nacional da arquitectónica barroca portuguesa, que se pauta por uma grande depuração e sobriedade (GOMES, 1988).
O templo é antecedido por uma galilé aberta em três lados por arcos duplos ladeados por duplas pilastras toscanas, que suportam o entablamento e o terraço superior protegido por balaustrada. O alçado da igreja é rasgado pelo portal flanqueado por duas janelas e encimado pela do coro. As fachadas dos anexos desenvolvem-se uma para cada lado, com janelas de sacada ao nível superior e, sobre os que se encontram mais à direita ergue-se a torre, com sineiras de volta perfeita e remate em zimbório.
O interior, de nave única com coro alto que se articula com capela-mor bastante profunda, destaca-se pela pintura mural que reveste a abóbada de volta perfeita e os panos murários. O arco triunfal, de volta perfeita, é também pintado e decorado por elementos de talha dourada. O altar-mor, de talha dourada e policromada ocupa a totalidade da parede fundeira do espaço.
No terreiro junto à ermida encontram-se ainda os alojamentos dos peregrinos que aqui se deslocavam e o cruzeiro que lhe é fronteiro.
(Rosário Carvalho)

Imagens

Bibliografia

Título

A cultura arquitectónica e artística em Portugal no séc. XVIII

Local

Lisboa

Data

1988

Autor(es)

GOMES, Paulo Varela