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Coliseu do Porto - detalhe

Designação

Designação

Coliseu do Porto

Outras Designações / Pesquisas

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Coliseu

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Porto / Porto / Cedofeita, Santo Ildefonso, Sé, Miragaia, São Nicolau e Vitória

Endereço / Local

Rua Passos Manuel
Porto

Número de Polícia: 137

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como MIP - Monumento de Interesse Público

Cronologia

Portaria n.º 637/2012, DR, de 2.ª série, n.º 212, de 2-11-2012 (ver Portaria)
Procedimento prorrogado até 31-12-2012 pelo Decreto-Lei n.º 115/2011, DR, 1.ª série, n.º 232, de 5-12-2011 (ver Diploma)
Despacho de homologação de 13-04-2011 do Secretário de Estado da Cultura
Procedimento prorrogado até 31-12-2011 pelo Despacho n.º 19338/2010, DR, 2.ª série, n.º 252, de 30-12-2010 (ver Despacho)
Parecer favorável de 12-11-2008 do Conselho Consultivo do IGESPAR, I.P.
Nova proposta de 10-01-2008 da DRC do Norte
Proposta de 12-09-2005 da DR do Porto para a classificação como IIP
Despacho de 10-09-1998 do vice-presidente do IPPAR a confirmar o despacho de abertura
Proposta de 6-05-1998 da DR do Porto para confirmação do despacho de abertura
Despacho de abertura de 18-12-1987 do vice-presidente do IPPC
Proposta de abertura de 11-12-1987 do IPPC
Proposta de classificação do 2.º Congresso da Associação dos Arquitectos Portugueses (1981)

ZEP

Parecer favorável de 29-09-2010 da SPAA do Conselho Nacional de Cultura
Nova proposta de 30-04-2010 da DRC do Norte (Coliseu do Porto, Café Magestic, Igreja de Sto Ildefonso e Cinema Batalha)
Parecer de 12-11-2008 do Conselho Consultivo do IGESPAR, I.P. a propor a revisão da ZEP
Proposta de 1-07-2008 da DRC do Norte para uma ZEP conjunta (Cap. Almas, Ed. Obras Públicas, Coliseu do Porto, Café Magestic, Ig. Sto. Ildefonso, Cinema Batalha)

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Obra síntese que encerra o percurso moderno de Cassiano Branco, o edifício denuncia o interesse do arquitecto pelo movimento e ideia cinematográfica de espaço, na forma como cumpre um programa festivo e no modo como se encaixa na rua e na cidade, adquirindo o estatuto de referência urbana. Inaugurado em 1941, decorre de um complexo processo de discursos formais iniciados em 1937 com as propostas apresentadas por José Porto, Jan Wills e a reprovada proposta de Júlio José de Brito. Em 1939 Cassiano Branco é convidado a resolver o projecto e reutilizando a caixa murária já construída que delimita a sala de espectáculos, palco e corredores, reorganiza a articulação vertical do edifício, da mesma forma que investe na sucessão dos espaços de entrada, elementos bem patentes na valorização do alçado do Coliseu. Visando a expressão permanente de um espectáculo de formas arquitectónicas, o arquitecto articula um desenho assimétrico de fachada, que joga com a torre sobrepujada e a pala sobre a entrada. Interiormente, a sala de espectáculos, articulada em ferradura, reforça a ideia conceptual de dinâmica espacial, patente na concepção do edifício. Sandra Vaz Costa, 2001.

Imagens

Bibliografia

Título

Cassiano Branco, Uma Obra para o Futuro

Local

-

Data

1991

Autor(es)

AA. VV.

Título

Arquitectura do Século XX - Portugal (Catálogo da Exposição)

Local

-

Data

-

Autor(es)

-

Título

Arquitectura Moderna Portuguesa 1920-1970. Um Património a Conhecer e Salvaguardar

Local

Lisboa

Data

2004

Autor(es)

AA.VV.

Título

Os Verdes Anos na Arquitectura Portuguesa dos Anos 50

Local

-

Data

-

Autor(es)

-

Título

Cassiano Branco: a obra. Tese de mestrado

Local

Lisboa

Data

1998

Autor(es)

CARVALHO, Maria de Jesus Mendes

Título

Cassiano Branco

Local

Vila do Conde

Data

2011

Autor(es)

BÁRTOLO, José

Título

Arquitectura Moderna e Obra Global a partir de 1900

Local

Porto

Data

2009

Autor(es)

TOSTÕES, Ana