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Igreja matriz da Golegã - detalhe

Designação

Designação

Igreja matriz da Golegã

Outras Designações / Pesquisas

Igreja de Nossa Senhora da Conceição, matriz da Golegã / Igreja Paroquial da Golegã / Igreja de Nossa Senhora da Conceição (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Religiosa / Igreja

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Santarém / Golegã / Golegã

Endereço / Local

Largo da Imaculada Conceição
Golegã

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como MN - Monumento Nacional

Cronologia

Decreto de 16-06-1910, DG, n.º 136, de 23-06-1910 (ver Decreto)

ZEP

Portaria de 11-06-1946, publicada no DG, II Série, n.º 153, de 4-07-1946 (com ZNA) (ZEP da Igreja Matriz e do Pelourinho)

Zona "non aedificandi"

Portaria de 11-06-1946, publicada no DG, II Série, n.º 153, de 4-07-1946 (ZEP da Igreja Matriz e do Pelourinho)

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Edifício quinhentista de três naves, construído, ao que tudo indica, por Boitaca e por iniciativa de D. Manuel, a Igreja Matriz da Golegã conserva um dos mais importantes e emblemáticos portais do ciclo manuelino, com o seu arco cairelado ladeado por colunas torsas que definem um alfiz onde se concentram os símbolos mais importantes da simbólica de D. Manuel, emoldurando um pequeno nicho onde se conserva uma imagem da Virgem com o Menino
A fachada principal encontra-se hoje assimétrica em relação à primitiva organização tripartida, devido à torre sineira quadrangular adossada ao lado Sul. Organizada em registos separados por cornijas de mísulas, termina num elevado coruchéu, elemento que foi reintegrado no restauro do monumento na década de 40 do século XX, e que foi inspirado na torre da igreja de São João Baptista de Tomar.
O interior do templo, de três naves separadas por arcos diafragma ogivais, tecto de madeira nas naves e abóbada polinervada na capela-mor, mantém a sua feição manuelina original, enriquecida com alguns elementos modernos, como o púlpito renascentista, ligeiramente posterior à construção, e a campanha azulejar do século XVIII que dotou a capela-mor de cenas do Novo Testamento.
Ana Mântua

Imagens

Bibliografia

Título

A Obra Silvestre e a Esfera do Rei

Local

Coimbra

Data

1990

Autor(es)

PEREIRA, Paulo

Título

Manuelino. À descoberta da arte do tempo de D. Manuel I

Local

Lisboa

Data

2002

Autor(es)

DIAS, Pedro

Título

A arquitectura manuelina

Local

Vila Nova de Gaia

Data

2009

Autor(es)

DIAS, Pedro