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Pelourinho de Castelo Rodrigo - detalhe

Designação

Designação

Pelourinho de Castelo Rodrigo

Outras Designações / Pesquisas

Pelourinho de Castelo Rodrigo (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Pelourinho

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Guarda / Figueira de Castelo Rodrigo / Castelo Rodrigo

Endereço / Local

-- junto à Igreja Matriz
Castelo Rodrigo

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como MN - Monumento Nacional

Cronologia

Decreto n.º 8 228, DG, I Série, n.º 133, de 4-07-1922 (ver Decreto)

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

A povoação de Castelo Rodrigo, desenvolvida sobre um antigo castro romanizado, foi inicialmente povoada por Fernando II de Leão, a partir de 1161. Alguns anos mais tarde, D. Afonso IX atribuiu foral ao concelho, o primeiro a existir em Riba Côa. Foi conquistada, ainda ao domínio muçulmano, por D. Afonso Henriques, em 1170, ano em que é fundado o convento de Santa Maria de Aguiar; mas a praça é novamente perdida pouco depois. Reconquistada definitivamente por D. Sancho I, só passa a ser reconhecida como território português após o Tratado de Alcanizes, assinado em 12 de Setembro de 1297. D. Manuel mandou reedificar o castelo dionisino em 1500, e concedeu foral novo à vila em 1508, datando deste período a construção do actual pelourinho, que constitui um testemunho artístico ainda mais interessante quando cotejado com as várias janelas do período manuelino que ornam a vizinha Rua da Cadeia.
Levanta-se junto à Igreja Matriz da povoação, sendo composto por um soco de quatro degraus octogonais, muito rústicos, sobre o qual se ergue o conjunto da coluna e remate. A coluna é de fuste octogonal com base quadrangular talhada no mesmo bloco, e chanfrada nos ângulos superiores, talhe que se repete no topo. Sobre a coluna está directamente colocado o remate, em gaiola, separado do fuste por uma única moldura saliente, oitavada e torsa. A gaiola, de planta oitavada, é composta por oito colunelos torsos sobre pequenas mísulas, rematados por anéis triplos e pináculos torsos. É coroada por chapéu cónico liso e de topo truncado, encaixado entre os pináculos dos colunelos.
Na região, são de destacar os pelourinhos de Vilar Maior e Alemendra, entre outros, pela semelhança tipológica. SML

Imagens

Bibliografia

Título

Manuelino. À descoberta da arte do tempo de D. Manuel I

Local

Lisboa

Data

2002

Autor(es)

DIAS, Pedro

Título

Pelourinhos Portugueses, Tentâmen de Inventário Geral

Local

Lisboa

Data

1997

Autor(es)

MALAFAIA, E. B. de Ataíde

Título

Do «modo» gótico ao Manuelino, História da Arte Portuguesa, vol.2

Local

Lisboa

Data

1995

Autor(es)

PEREIRA, Paulo