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Igreja de Nossa Senhora da Assunção de Triana - detalhe

Designação

Designação

Igreja de Nossa Senhora da Assunção de Triana

Outras Designações / Pesquisas

Igreja Matriz de Alenquer / Igreja Paroquial de Triana / Igreja de Nossa Senhora da Assunção(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Religiosa / Igreja

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Lisboa / Alenquer / Alenquer (Santo Estêvão e Triana)

Endereço / Local

Rua de Trás de Triana
Alenquer

Número de Polícia: 60

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IM - Interesse Municipal

Cronologia

A classificação como VC foi convertida para IM nos termos do n.º 2 do art.º 112.º da Lei n.º 107/2001, publicada no DR, I Série-A, N.º 209, de 8-09-2001
Decreto n.º 2/96, DR, I Série-B, n.º 56, de 6-03-1996 (ver Decreto)
Edital N.º 12/92 de 25-05-1992 da CM de Alenquer
Edital de 2-04-1979 da CM de Alenquer
Edital de 14-09-1978 da CM de Alenquer
Despacho de homologação de 20-07-1978 do Secretário de Estado da Cultura
Parecer de 20-07-1978 da COISPCN a propor a classificação como VC
Proposta de classificação de 22-05-1978 de particular

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Os autores do século XVIII associam a fundação da igreja matriz de Alenquer ao aparecimento de uma imagem de Nossa Senhora à Rainha de Santa Isabel que terá, então, patrocinado a construção do templo (SANTA MARIA, 1707; COSTA, tomo III, p. 54).
No entanto, a igreja que hoje conhecemos resulta da reedificação pós-terramoto, pois são conhecidos vários registos que atestam a ruína da igreja em 1755. Sabe-se também que, três anos mais tarde, ainda não estava em condições se aí serem celebradas missas.
A igreja, de planta longitudinal, encontra-se envolta pelo casario circundante, apresentando fachada principal em empena antecedida por escadaria. O portal, de verga recta, é encimado por frontão triangular e sobrepujado por janelões do coro que enquadram o óculo central. A torre, à direita, eleva-se num plano ligeiramente recuado, terminando em cúpula bolbosa.
No interior, merecem especial referência os azulejos enxaquetados que ainda se conservam, o coro alto, de planta contracurvada, as quatro capelas colaterais (uma delas com abóbada de nervuras), os dois altares laterais, e o púlpito.
Uma referência final para a tão mencionada lápide romana, que se encontrava à entrada da nave e à qual alude Frei Agostinho de Santa Maria, mas que já havia desaparecido no século XIX.
(RC)

Bibliografia

Título

Santuário Mariano

Local

Lisboa

Data

1933

Autor(es)

SANTA MARIA, Frei Agostinho de

Título

Corografia Portuguesa e descripçam topographica do famoso Reyno de Portugal

Local

Lisboa

Data

1712

Autor(es)

COSTA, Pe. António Carvalho da

Título

O concelho de Alenquer - subsídios para um roteiro de arte e etnografia

Local

Alenquer

Data

1989

Autor(es)

MELO, António de Oliveira, GUAPO, António Rodrigues