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Edifício da antiga cadeia de Paredes de Coura - detalhe

Designação

Designação

Edifício da antiga cadeia de Paredes de Coura

Outras Designações / Pesquisas

Cadeia de Paredes de Coura(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Cadeia

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Viana do Castelo / Paredes de Coura / Paredes de Coura e Resende

Endereço / Local

Largo do Visconde de Moselos
Paredes de Coura

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IM - Interesse Municipal

Cronologia

A classificação como VC foi convertida para IM nos termos do n.º 2 do art.º 112.º da Lei n.º 107/2001, publicada no DR, I Série-A, N.º 209, de 8-09-2001
Decreto n.º 67/97, DR, I Série-B, n.º 301, de 31-12-1997 (ver Decreto)

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

A antiga cadeia de Paredes de Coura foi construído no final do século XIX (entre1892 e 1895), durante a gerência do conselheiro Miguel Dantas.
É um edifício muito simples, de planta rectangular coberto por telhado de quatro águas. A fachada principal é a mais importante peça do conjunto, com organização tripartida de vãos: porta axial de lintel recto, ladeada por duas janelas quadrangulares de idêntica moldura. Houve uma clara preocupação em dotar a frontaria de maior altura, pelos degraus que antecedem a entrada, e, sobretudo, pela linha de coroamento em ameias chanfradas que percorre todo o alçado e que enquadra frontão semi-curvo com as armas de Portugal, a eixo.
Em 1960 registaram-se as primeiras obras de remodelação, mas pouco depois (1973), pela portaria 534/73, de 7 de Agosto, a cadeia foi extinta e transferidos os presos para o Estabelecimento Prisional Regional de Viana do Castelo. Mais recentemente, as traseiras do imóvel foram ocupadas pelo prolongamento do Centro Cultural de Paredes de Coura, peça de arquitectura contemporânea, que contrasta propositadamente com a realização oitocentista, criando um diálogo patrimonial interrogante a quem visita o local.
PAF