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Aqueduto de Cales - detalhe

Designação

Designação

Aqueduto de Cales

Outras Designações / Pesquisas

Aqueduto das Cales (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Aqueduto

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Braga / Amares / Amares e Figueiredo

Endereço / Local

- -
Cales

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IM - Interesse Municipal

Cronologia

A classificação como VC foi convertida para IM nos termos do n.º 2 do art.º 112.º da Lei n.º 107/2001, publicada no DR, I Série-A, N.º 209, de 8-09-2001
Decreto n.º 8/83, DR, I Série, n.º 19, de 24-01-1983 (ver Decreto)

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Situado no coração do Minho, o território correspondente na actualidade ao concelho de Amares situa-se entre os rios Homem e Cávado, na orla da Serra do Gerês. Uma situação geográfica assaz propícia à actividade que acabaria por prevalecer no seio da população humana que o procurou para nele se fixar, ou seja, a agrícola, especialmente de minifúndio, na qual se destaca a produção vinícola, bastante fértil nestes terrenos predominantemente calcários.
Com efeito, "[...] A chamada Terra de Entre Cávado e Homem, pela sua natureza montanhosa, bem defendida, a poente e sul, pelos dois rios e, do lado este e norte, pelos píncaros e desfiladeiros do Gerês, parece ter sido um dos refúgios mais seguros dos Cristãos, logo após a invasão mourisca (séc. VIII)." (Guia de Portugal, p. 895).
Localizado no Lugar que lhe deu nome - Cales -, o "Aqueduto de Cales" foi construído em plena modernidade. Entretanto parcialmente desmontado, remanescem da sua estrutura original apenas alguns troços, num total que ultrapassa os setenta metros de comprimento, distribuídos ao longo de um caminho de acesso a propriedades agrícolas e residências particulares.
Edificado com robustos blocos pétreos sobrepostos, era sobre estes que assentava outro alinhamento de pedras pelo qual escoava a água.
A sua necessidade construtiva decorreu, certamente, do aumento demográfico registado ao tempo na região, com o decorrente acréscimo da sua exploração agrícola. De facto, "[...] desprovida [Amares] de qualquer edifício ou monumento apreciável, mas interessante como centro duma zona rústica, rica em olivais e laranjais [...]."(Guia de Portugal, p. 895)..
[AMartins]

Imagens

Bibliografia

Título

Património Arquitectónico e Arqueológico Classificado, IPPAR, vol. II

Local

Lisboa

Data

1993

Autor(es)

LOPES, Flávio

Título

Guia de Portugal, v.4, t. II : Entre Douro e Minho, Minho

Local

Lisboa

Data

1996

Autor(es)

DIONÍSIO, Sant'Ana