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Igreja matriz e torre anexa, em Vilar Maior - detalhe

Designação

Designação

Igreja matriz e torre anexa, em Vilar Maior

Outras Designações / Pesquisas

Igreja de São Pedro, matriz de Vilar Maior, e torre anexa / Igreja Paroquial de Vilar Maior / Igreja de São Pedro(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Religiosa / Igreja

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Guarda / Sabugal / Aldeia da Ribeira, Vilar Maior e Badamalos

Endereço / Local

Rua do Muro
Vilar Maior

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IM - Interesse Municipal

Cronologia

A classificação como VC foi convertida para IM nos termos do n.º 2 do art.º 112.º da Lei n.º 107/2001, publicada no DR, I Série-A, N.º 209, de 8-09-2001
Decreto n.º 28/82, DR, I Série, n.º 47, de 26-02-1982 (ver Decreto)

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

As origens da igreja matriz de Vilar Maior, dedicada a São Pedro, remontam ao século XIII, época em que se pensa ter sido edificado o templo primitivo e a torre, que ainda hoje se conserva.
Esta, de planta quadrada, desenvolve-se em três registos, o último dos quais ameado. Note-se, no entanto, que o último resulta de um acrescento efectuado em 1958. As sineiras abrem-se no registo intermédio, e é rematada por um coruchéu, sobre o terraço superior.
Quanto à igreja, foi certamente reconstruída no decorrer do século XVII. Desenvolve-se em nave única, que se articula com a capela-mor, esta com a torre anexa a Sul. A fachada, delimitada por pilastras encimadas por pináculos, termina em empena e é marcada pela abertura do portal. De verga recta, apresenta pilastras caneladas encimadas por capiteis coríntios que suportam o entablamento, sobre o qual assenta o nicho envolto por elementos vegetalistas. Por cima, um óculo oval vazado.
No interior, a nave articula-se com a capela-mor através do arco triunfal em cantaria aparente, com dois altares colaterais. Merece especial referência o retábulo-mor, de talha dourada e polícroma, oriundo da igreja de São Francisco da Guarda. A abóbada da capela-mor encontra-se pintada com motivos vegetalistas. Por sua vez, a pia baptismal veio da igreja de Nossa Senhora do Castelo.
(RC)

Bibliografia

Título

Memórias sobre o Concelho do Sabugal: Terras de Riba-Côa

Local

Lisboa

Data

1946

Autor(es)

CORREIA, Joaquim Manuel

Título

O Concelho de Vilar Maior em 1758: memórias paroquiais

Local

Forcalhos

Data

1991

Autor(es)

JORGE, Carlos Henrique Gonçalves