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Palácio de Santo Estêvão ou Palácio dos Azevedo Coutinho - detalhe

Designação

Designação

Palácio de Santo Estêvão ou Palácio dos Azevedo Coutinho

Outras Designações / Pesquisas

Palácio de Santo Estêvão / Palácio dos Azevedo Coutinho(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Palácio

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Lisboa / Lisboa / Santa Maria Maior

Endereço / Local

Rua de Santo Estêvão
Lisboa

Largo do Chanceler
Lisboa

Largo de Santo Estêvão
Lisboa

Proteção

Situação Actual

Procedimento caducado - sem protecção legal

Categoria de Protecção

Não aplicável

Cronologia

Procedimento caducado nos termos do artigo 78.º do Decreto-Lei n.º 309/2009, DR, 1.ª série, N.º 206 de 23-10-2009 (ver Diploma)
Proposta de 29-12-2010 da DRC de Lisboa e Vale do Tejo para a revogação do despacho de abertura, por não ter valor nacional, e o envio à CM de Lisboa para a ponderação da classificação como de IM
Despacho de abertura de 20-08-1996 do vice-presidente do IPPAR
Proposta de abertura de 14-08-1996 da DR de Lisboa
Proposta de classificação de 15-10-1982 da APCA, de acordo com o proprietário

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

O Palácio dos Azevedo Coutinho foi construído no início do século XVII, provavelmente por iniciativa de Simão Gonçalves Preto, chanceler-mor do reino e a quem se deve igualmente os topónimos do Largo do Chanceler e do Beco do Chanceler. Depois de vários proprietários e de ter sobrevivido sem grande ruína ao terramoto de 1755, o Palácio passou para a posse da família Azevedo Coutinho em meados do século XIX, quando Luis da Costa Azevedo Coutinho o adquiriu por disposição testamentária de D. Helena Josefa de Franca, que até então possuiu o imóvel. No interior, merecem destaque os vários painéis de azulejos da primeira metade do século XVIII e, especialmente, os pormenores decorativos seiscentistas na lareira principal do palácio e na Capela privada, com o seu frontal de altar polícromo típico do século XVII.SML

Imagens