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Património Cultural

Quinta Nova da Assunção - detalhe

Designação

Designação

Quinta Nova da Assunção

Outras Designações / Pesquisas

Quinta Nova da Assunção (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Quinta

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Lisboa / Sintra / Queluz e Belas

Endereço / Local

Largo da Igreja
Belas

Número de Polícia: 27

Proteção

Situação Actual

Procedimento caducado - sem protecção legal

Categoria de Protecção

Não aplicável

Cronologia

Procedimento caducado nos termos do artigo 78.º do Decreto-Lei n.º 309/2009, DR, 1.ª série, N.º 206 de 23-10-2009 (ver Diploma)
Proposta de 28-12-2010 da DRC de Lisboa e Vale do Tejo para a revogação do despacho de abertura, por a quinta não ter valor nacional, e o envio à CM de Sintra para a ponderação de classificação como de IM
Proposta de 18-04-2005 da DR de Lisboa do IPPAR para a classificação como IIP
Edital N.º 398/97 de 8-10-1997 da CM de Sintra
Edital N.º 167/97 de 18-04-1997 da CM de Sintra
Despacho de abertura de 4-11-1996 do vice-presidente do IPPAR
Proposta de 25-10-1996 da DR de Lisboa do IPPAR para a abertura da instrução de processo de classificação
Proposta de classificação de 17-04-1996 da CM de Sintra, após deliberação de 13-03-1996

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Envolvidos por um muro gradeado, o palácio e quinta Nova da Assunção, destacam-se na malha urbana de Belas, impondo a sua sobriedade de linhas neoclássicas no denominado Largo da Igreja.
Edificado no decorrer do último quartel do século XIX, por iniciativa do comerciante João Maria da Silva Rego, o palácio estava concluído, muito possivelmente, em 1866, data inscrita num dos anexos. Aliás, é bem provável que o término das obras do principal edifício tenha ocorrido alguns anos antes, apontando-se o ano de 1863 como o mais provável para a sua inauguração (STOOP, 1986, p. 205).
De planta rectangular, o imóvel apresenta um conjunto de fachadas que se pautam pela sobriedade e simetria na abertura dos vãos, em arco de volta perfeita, inscritos numa moldura rectilínea. No alçado principal, o pano central destaca-se pelas duplas pilastras que o delimitam, e pelo coroamento em frontão triangular (vazado por óculo, no tímpano), que interrompe a platibanda, que percorre todo o edifício.
Nos interiores, são as pinturas a fresco que ganham especial significado, pois os seus motivos pompeianos, de imitação de tecidos e brocados, ou de cenas da natureza, encontram-se em boa parte das salas e quartos. Percebemos aqui um gosto ecléctico e romântico, bem presente ainda no denominado Salão Chinês.
Regressando ao exterior, os jardins corrigem o declive do terreno através de escadas, bancos, pavilhões e outro equipamento, onde o azulejo é presença constante. Atribuída a Luís Ferreira, esta azulejaria reveste tanques, bancos e muros, com motivos de aves, flores, folhagens, ou mesmo chinoiseries.
(Rosário Carvalho)

Imagens

Bibliografia

Título

Quintas e palácios nos arredores de Lisboa

Local

Lisboa

Data

1986

Autor(es)

STOOP, Anne de