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Património Cultural

Cruzeiro Manuelino da Cruz da Pedra - detalhe

Designação

Designação

Cruzeiro Manuelino da Cruz da Pedra

Outras Designações / Pesquisas

Cruzeiro Manuelino da Cruz da Pedra / Cruzeiro de Frielas (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Religiosa / Cruzeiro

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Lisboa / Loures / Santo António dos Cavaleiros e Frielas

Endereço / Local

Rua da Cidade de Lisboa
Frielas

Rua 28 de Setembro
Frielas

Proteção

Situação Actual

Procedimento encerrado / arquivado - sem protecção legal

Categoria de Protecção

Não aplicável

Cronologia

Edital de 1-09-2006 da CM de Loures (revogação)
Em 3-05-2006 foi dado conhecimento do despacho à CM de Loures e enviada cópia do processo para ponderação de uma classificação como de IM
Despacho de 17-03-2006 da vice-presidente do IPPAR a determinar a revogação do despacho de abertura, por o imóvel não ter valor nacional
Edital de 29-03-1996 da CM de Loures
Despacho de abertura de 27-11-1995 do vice-presidente do IPPAR
Proposta de 17-11-1995 da DR de Lisboa do IPPAR para a abertura da instrução de processo de classificação
Proposta de classificação de 26-06-1990 da CM de Loures

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

O cruzeiro de Frielas está localizado junto a um cruzamento de estradas, numa zona de grande densidade urbana e circulação de tráfego. Não havendo notícia das sua implantação original, ou sequer da sua eventual transposição para o local actual, resta dizer que o monumento se apresenta nitidamente desenquadrado no seu isolamento e exposição. Ainda assim, e embora de forma anacrónica, não deixa de cumprir a sua vocação de "cruzeiro de caminho". Certamente fruto de uma reconstituição, parece ser composto por elementos quinhentistas originais, de talhe e tipologia manuelina. Assim, sobre duas plataformas escalonadas triangulares de ângulos boleados, contemporâneas, que formam a separação das vias aí concorrentes, ergue-se um soco composto por dois degraus em pirâmide, sobre o qual assenta uma esfera formada por dois coxins decorados com fitas torsas e boleado, e unidas por um anel com cadeia vegetalista. O fuste é um colunelo liso, envolvido por torsades, cujos remates superiores, em pequenos capitéis também torsos, compõem a base da cruz. Estes elementos parece ser apenas metade de um fuste completo, devendo a esfera ser lida como anel de ligação entre dois troços de coluna; o resultado deste aproveitamento é um fuste demasiado atarracado, apesar de a elegância do troço conservado dar alguma harmonia ao conjunto. A cruz, apresentando embora decoração concordante com o resto do monumento, parece de talhe algo distinto dos outros fragmentos, e a rigidez da sua decoração poderia apontar para uma peça revivalista. Trata-se de uma cruz latina, de secção quadrada, as faces principais decoradas com uma moldura em filete torso, enquadrando rosetões, sendo as hastes rematadas com grandes feixes de folhagem em forma de botão. SML