Saltar para o conteúdo principal da página
Património Cultural

Capela do Espírito Santo, também designada Capela do Senhor Morto - detalhe

Designação

Designação

Capela do Espírito Santo, também designada Capela do Senhor Morto

Outras Designações / Pesquisas

Capela do Espírito Santo (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Religiosa / Capela

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Lisboa / Torres Vedras / Turcifal

Endereço / Local

-- -
Turcifal

Proteção

Situação Actual

Procedimento encerrado / arquivado - sem protecção legal

Categoria de Protecção

Não aplicável

Cronologia

Anúncio n.º 2668/2012, DR, 2.ª série, n.º 28, de 8-02-2012 (ver Anúncio)
Despacho de arquivamento de 26-10-2011 do diretor do IGESPAR, I.P.
Parecer favorável de 26-10-2011 da SPAA do Conselho Nacional de Cultura
Proposta de arquivamento, de 7-10-2011 da DRC de Lisboa e Vale do Tejo, por a capela não ter valor nacional
Procedimento prorrogado até 31-12-2011 pelo Despacho n.º 19338/2010, DR, 2.ª série, n.º 252, de 30-12-2010 (ver Despacho)
Proposta de 9-06-2003 da DR de Lisboa do IPPAR para a reanálise da categoria a atribuir, atendendo a que, por ser propriedade da Igreja Católica, não poder ser classificada como VC/IM
Despacho de concordância de 1-10-2002 do presidente do IPPAR
Parecer favorável de 22-09-2002 do Conselho Consultivo do IPPAR
Proposta de 11-01-1999 da DR de Lisboa do IPPAR para a classificação como VC
Edital N.º 14/97 de 4-02-1997 da CM de Torres Vedras
Despacho de abertura de 20-08-1996 do vice-presidente do IPPAR
Proposta de 14-08-1996 da DR de Lisboa do IPPAR para a abertura da instrução de processo de classificação
Proposta de classificação de 19-11-1993 da CM de Torres Vedras
Processo iniciado em 1991 no IPPC

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Implantada no centro da povoação do Turcifal, a Capela do Espírito Santo terá sido fundada nos finais do século XV, inícios do XVI, embora tenha sofrido algumas obras de restauro em épocas posteriores.
Mantém a galilé quinhentista, assente sobre colunelos toscanos, precedida por escadas, e fechada, a toda a volta, por muro com gradeamento de ferro.
A porta principal, em arco contracurvado, possui moldura pintada em amarelo ocre, à semelhança das duas janelas que a ladeiam, encimadas por recorte contracurvado, também pintado.
Sobre a galilé, o remate em empena apresenta uma cruz em granito, com sineira de volutas do lado esquerdo.
No interior, o pequeno templo alberga uma tábua com a representação do Pentecostes, uma composição maneirista de grandes dimensões, pintada cerca de 1577 por Diogo Teixeira (SERRÃO, 1995, p. 476), pintor lisboeta de renome, protegido de D. António, Prior do Crato, considerado o "mais operoso" representante da pintura pós-Trento em Portugal.
Catarina Oliveira
DIDA/IGESPAR,I.P./ 23 de Julho de 2007

Imagens

Bibliografia

Título

A pintura maneirista em Portugal: das brandas «maneiras» ao reforço da propaganda, História da Arte Portuguesa, vol.II

Local

Lisboa

Data

1995

Autor(es)

SERRÃO, Vítor

Título

Monumentos e Edifícios Notáveis do Distrito de Lisboa, vol. IV

Local

Lisboa

Data

1963

Autor(es)

AZEVEDO, Carlos de, FERRÃO, Julieta, GUSMÃO, Adriano de