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Olaria Romana do Porto dos Cacos - detalhe

Designação

Designação

Olaria Romana do Porto dos Cacos

Outras Designações / Pesquisas

Porto dos Cacos / Olaria Romana do Porto dos Cacos(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arqueologia / Complexo Industrial

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Setúbal / Alcochete / Alcochete

Endereço / Local

Herdade de Rio Frio
Alcochete

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como SIP - Sítio de Interesse Público

Cronologia

Portaria n.º 591/2011, DR, 2.ª Série, n.º 121, de 27-06-2011 (sem restrições) (ver Portaria)
Despacho de homologação de 26-05-2010 do Secretário de Estado da Cultura
Edital N.º 01/2010 de 7-01-2010 da CM de Alcochete
Parecer de 23-04-2008 do Conselho Consultivo do IGESPAR, I.P. a propor a classificação como IIP
Proposta de 17-08-2007 da DRC de Lisboa e Vale do Tejo para a classificação como SIN/MN
Em 14-02-1994 foram notificados do despacho de abertura o CAA, o proprietário e a CM de Almada
Despacho de abertura de 14-01-1994 do presidente do IPPAR
Proposta de 12-01-1994 do IPPAR para a abertura da instrução de processo de classificação
Proposta de classificação de 4-01-1994 do CAA

ZEP

Portaria n.º 591/2011, DR, 2.ª Série, n.º 121, de 27-06-2011 (sem restrições) (ver Portaria)
Despacho de homologação de 26-05-2010 do Secretário de Estado da Cultura
Edital N.º 01/2010 de 7-01-2010 da CM de Alcochete
Parecer favorável de 23-04-2008 do Conselho Consultivo do IGESPAR, I.P.
Proposta de 17-08-2007 da DRC de Lisboa e Vale do Tejo

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Complexo industrial constituído por olarias com os seus respectivos fornos e "entulheiras", em cujas escavações foram encontrados exemplares de ânforas tipo "Beltran IV", "Dressel 30", "Almagro 51 C" e "Almagro 50", além de um inúmero conjunto de cerâmica comum de utilização preferencialmente culinária.
Aparentemente associada a estas estruturas, foi detectada uma necrópole composta de cinco sepulturas de ritual de incineração e de inumação, apontando, assim, para um período de utilização que terá variado entre os séculos II e IV a. C., precisamente quando estes dois ritos funerários coexistiram.
A descoberta desta necrópole parece indiciar, por sua vez, a existência, nas imediações, de um povoado à qual corresponderia, o que, tomado em conjunto, poderá pressupor que o complexo industrial em epígrafe seria suficientemente relevante para justificar uma ocupação de carácter permanente de uma povoação que lhe estaria associada. Entretanto, foram já postos a descoberto materiais e estruturas atribuídos ao século VII, correspondendo à presença de vestígios visigóticos, o que reforçaria a ideia da longa ocupação ou sucessiva reutilização deste sítio arqueológico situado na margem esquerda do rio Tejo.
[AMartins]

Imagens

Bibliografia

Título

Quadro tipológico das ânforas de fabrico lusitano

Local

-

Data

1987

Autor(es)

DIOGO, António Manuel Dias

Título

Porto dos Cacos: uma oficina de produção de ânforas romana no Vale do Tejo

Local

-

Data

1990

Autor(es)

RAPOSO, Jorge

Título

Alcochete. Porto dos Cacos, Informação Arqueológica, nº9

Local

Lisboa

Data

1987

Autor(es)

AMARO, Clementino José Gonçalves, BARROS, Luís, RAPOSO, Jorge, DUARTE, Ana Luisa

Título

Prospecção magnética em Porto dos Cacos, Al-madan

Local

-

Data

1992

Autor(es)

MATIAS, Manuel Senos

Título

A Presença Romana na margem esquerda do Rio Tejo, Arqueologia do Vale do Tejo

Local

-

Data

1987

Autor(es)

AMARO, Clementino José Gonçalves