Saltar para o conteúdo principal da página

Conjunto constituído pelo edifício ''Castil'', pelo edifício ''Franjinhas'' e pela fachada do imóvel sito na Rua Braamcamp, 26 a 40 - detalhe

Designação

Designação

Conjunto constituído pelo edifício ''Castil'', pelo edifício ''Franjinhas'' e pela fachada do imóvel sito na Rua Braamcamp, 26 a 40

Outras Designações / Pesquisas

Edifício Castil (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt) / Edifício na Rua Braancamp, n.º 9 / Edifício Franjinhas (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt) / Edifício na Rua Braancamp, n.º 40 / Heron Castilho (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Edifício

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Lisboa / Lisboa / Santo António

Endereço / Local

Rua Braamcamp
Lisboa

Número de Polícia: 26-40

Rua Braamcamp
Lisboa

Número de Polícia: 9

Rua Castilho
Lisboa

Número de Polícia: 39

Proteção

Situação Actual

Procedimento encerrado / arquivado - sem protecção legal

Categoria de Protecção

Não aplicável

Cronologia

Despacho de homologação de 28-01-2008 da Ministra da Cultura, com o consequente encerramento do process (ver fichas autónomas dos dois imóveis)
Despacho de concordância de 10-01-2007 do presidente do IPPAR
Parecer de 20-12-2006 do Conselho Consultivo do IPPAR a propor a classificação autónoma dos dois imóveis
Proposta de 28-08-2006 da DR de Lisboa para que se retire do conjunto a Fachada do Edifício na Rua Bramcamp
Edital n.º 20/98 de 9-03-1998 da CM de Lisboa
Edital n.º 118/96 de 8-10-1996 da CM de Lisboa
Despacho de autorização de 26-06-1996 do Ministro da Cultura
Parecer de 28-03-1996 do Conselho Consultivo do IPPPAR a propor a revogação do despacho de homologação de 28-04-1981 do Secretário de Estado da Cultura e a abertura da instrução do processo de classificação do conjunto constituído pelo edifício "Castil", o edifício "Franginhas" e a fachada do imóvel sito na Rua Braamcamp, n.º 40
Despacho de não autorização de 1-07-1992 do Secretário de Estado da Cultura, por os erros do passado não justificarem o proposto
Despacho de concordância de 9-06-1992 do presidente do IPPAR
Parecer de 23-04-1992 do Conselho Consultivo do IPPC a propor a revogação do despacho de 28-04-1981 do Secretário de Estado da Cultura, face à obra de ampliação ilegalmente licenciadas pela autarquia para o imóvel sito na Rua Braamcamp, 26 a 40

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

No início dos anos 70, do século XX, as concepções arquitectónicas em vigor norteavam-se fortemente por uma ideia de planeamento urbano, fruto não só de um crescimento económico e de turismo, como também de um aumento das necessidades habitacionais de uma periferia em crescimento, aglutinada em torno de Lisboa. Dentro do núcleo citadino lisboeta, numerosos edifícios de habitação, comércio e indústria reflectem um "boom" de especulação urbana. Neste contexto, é projectado o Edifício Castil (1970-72), com risco do atelier de Conceição Silva, no qual também participa o arquitecto Tomás Taveira. Como primeiro grande centro comercial de Lisboa, afirma o seu carácter pioneiro em termos de uma concepção arquitectónica na qual se destaca o diálogo entre o uso do vidro (que cobre a fachada do edificio) com linhas que acentuam uma forte verticalidade estrutural.

Entre 1969 e 1971, o atelier de Teotónio Pereira, com colaboração de Nuno Portas, projectam e concretizam o Edifício "Franjinhas", onde o elemento mais marcante da linguagem arquitectónica eleita é, sem dúvida, o diálogo inovador entre a espacialidade interior e exterior (fortemente impressa nas franjas da fachada), que denota uma forte influência da arquitectura de Turim de finais dos anos 60.

A classificação deste conjunto compreende ainda um edifício projectado por Norte Júnior em 1925. De enquadramento em gaveto e planta em L, possui uma feição marcadamente eclética, que congrega elementos decorativos tardios em estilo Arte Nova patentes nas mísulas talhadas em forma de figuração antropomórfica feminina, que sustentam as varandas de grandes dimensões na fachada principal. Com pilastras a definir a espacialidade do exterior do edifício, a fachada é também marcada por uma linguagem de inspiração classicizante, patente nas balaustradas e no monumental arco de volta perfeita, que coroa o corpo de gaveto. Todo o exterior é rasgado por fenestrações de secções verticais, estas também de grandes dimensões, sendo o resultado final de uma acentuada monumentalidade e volumetria. Em 1985 sofreu uma campanha de reconstrução que lhe imprimiu grandes alterações no interior. SML

Bibliografia

Título

Arquitectura Moderna Portuguesa 1920-1970. Um Património a Conhecer e Salvaguardar

Local

-

Data

-

Autor(es)

-

Título

Os Verdes Anos na Arquitectura Portuguesa dos Anos 50

Local

-

Data

-

Autor(es)

-