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Pelourinho de Larim - detalhe

Designação

Designação

Pelourinho de Larim

Outras Designações / Pesquisas

Pelourinho de Larim (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Pelourinho

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Braga / Vila Verde / Soutelo

Endereço / Local

- Jardim do Seminário da Torre
Soutelo

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Decreto n.º 23 122, DG, I Série, n.º 231, de 11-10-1933 (ver Decreto) Ver inventário elaborado pela ANBA

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Larim já era paróquia, da invocação de São Miguel, antes do século XII. O seu topónimo é pela primeira vez referido em 959, quando a condessa Mumadona doa o seu território ao Mosteiro de Guimarães. Com o topónimo de Lalim, recebeu foral de D. Manuel, dado em 1514. Teve em tempos o nome de Vila Verde, que ao longo dos séculos foi servindo para designar outras localidades da região, e hoje diz respeito ao concelho no qual foi integrada no século XIX. O seu pelourinho terá sido levantado diante dos antigos Paços do Concelho, tendo sido levado em data incerta - mas seguramente após 1936, data na qual é retratado, numa aguarela, ainda na vila) - para a Casa do Visconde da Torre, construção de meados do século XVIII, onde hoje funciona o Seminário da Torre (ver F. Perfeito de MAGALHÃES, 1991, p. 25 e p. 49).
A deslocação do pelourinho causou a perda da plataforma que certamente teve, estando o monumento apoiado num bloco cúbico (IDEM, Ibidem). Consta de coluna, capitel e remate. A coluna tem base formada por pequeno plinto e toro, levantando-se um fuste curto, clíndrico e liso, e galbado. O capitel consta de astragálo circular, pequeno colarinho, e ábaco quadrado, em molduras crescentes sobrepostas. É encimado por um tronco piramidal de secção quadrangular, embolado. Na bola crava-se uma cruz de ferro, de hastes torsas, a inferior muito longa. De notar que o monumento ainda conserva duas argolas de sujeição, no topo e na base do fuste, e uma longa corrente em ferro. Estes elementos foram certamente preservados pelo facto do pelourinho ter sido, conforme mencionado, recolhido em propriedade particular desde o século XIX. SML

Imagens

Bibliografia

Título

Pelourinhos Portugueses, Tentâmen de Inventário Geral

Local

Lisboa

Data

1997

Autor(es)

MALAFAIA, E. B. de Ataíde

Título

Pelourinhos Portugueses

Local

Inapa

Data

1991

Autor(es)

MAGALHÃES, Fernando Perfeito de