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Igreja de Santa Marinha de Oriz - detalhe

Designação

Designação

Igreja de Santa Marinha de Oriz

Outras Designações / Pesquisas

Igreja Paroquial de Santa Marinha de Oriz / Igreja de Santa Marinha (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Religiosa / Igreja

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Braga / Vila Verde / Oriz (Santa Marinha) e Oriz (São Miguel)

Endereço / Local

- Lugar da Igreja
Oriz ( Santa Marinha )

Proteção

Situação Actual

Procedimento encerrado / arquivado - sem protecção legal

Categoria de Protecção

Não aplicável

Cronologia

Anúncio n.º 13520/2012, DR, 2.ª série, n.º 194, de 8-10-2012 (ver Anúncio)
Despacho de arquivamento de 2-02-2012 do diretor do IGESPAR, I.P.
Parecer favorável de 23-01-2012 da SPAA do Conselho Nacional de Cultura
Proposta de arquivamento de 27-12-2011 da DRC do Norte, por não ter interesse patrimonial nacional
Procedimento prorrogado até 31-12-2012 pelo Decreto-Lei n.º 115/2011, DR, 1.ª série, n.º 232, de 5-12-2011 (ver Diploma)
Procedimento prorrogado pelo Despacho n.º 19338/2010, DR, 2.ª série, n.º 252, de 30-12-2010 (ver Despacho)
Despacho de abertura de 16-06-1995 do presidente do IPPAR
Proposta de 14-06-1995 da DR do Porto para a abertura da instrução de processo de classificação
Proposta de classificação de 15-11-1988 da CM de Vila Verde
Deliberação de 20-08-1986 da CM de Vila Verde no sentido de propor ao IPPC a classificação como IIP

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Edificada, muito possivelmente, no decorrer do século XVIII em substituição da antiga igreja românica, da qual apenas restam alguns vestígios, a igreja de Oriz caracteriza-se por uma depuração arquitectónica que contrasta vivamente com o interior, profusamente decorado.
A fachada principal termina em empena e é marcada pela abertura do portal e do janelão do coro, ambos de verga recta. À esquerda, ergue-se a sineira, aberta por dois arcos de volta perfeita com os respectivos sinos. O alpendre que antecede o alçado foi acrescentado já do século XX, conforme é visível pela comparação com fotografias antigas.
No interior, o silhar de azulejo que percorre o espaço, embora imitando os azulejos de padrão do século XVII, resulta de uma intervenção recente. Ganha especial interesse o tecto da nave, em caixotões, bem como os altares colaterais cuja talha, dourada e polícroma, extravasa os seus limites revestindo o arco triunfal. Na capela-mor, o retábulo, de estilo nacional, ocupa a totalidade da parede fundeira.
(RC)

Imagens