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Mosteiro de Arouca, compreendendo o túmulo de Santa Mafalda - detalhe

Designação

Designação

Mosteiro de Arouca, compreendendo o túmulo de Santa Mafalda

Outras Designações / Pesquisas

Convento de Santa Mafalda e túmulo de Santa Mafalda / Mosteiro de Santa Maria de Arouca / Museu de Arte Sacra de Arouca / Igreja Paroquial de Arouca / Igreja de São Bartolomeu (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Religiosa / Mosteiro

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Aveiro / Arouca / Arouca e Burgo

Endereço / Local

Avenida 25 de Abril
Arouca

Largo de Santa Mafalda
Arouca

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como MN - Monumento Nacional

Cronologia

Decreto de 16-06-1910, DG, n.º 136, de 23-06-1910 (ver Decreto)

ZEP

Portaria de 9-07-1960, publicada no DG, II Série, n.º 164, de 15-07-1960 (com ZNA)

Zona "non aedificandi"

Portaria de 9-07-1960, publicada no DG, II Série, n.º 164, de 15-07-1960

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

De fundação pré-românica (século X), o Mosteiro recebeu Carta de Couto no século XII, momento que definiu o carácter de centralidade do cenóbio na vida política e administrativa da região. A sua importância revigorou-se com o padroado de D. Mafalda, filha de Sancho I e efémera rainha de Castela. Materialmente, foram muitas as dádivas do seu erário que transitaram para o domínio do convento e terá sido por sua vontade que a comunidade monástica adoptou a regra de São Bernardo, já no século XIII, sendo como mosteiro cisterciense da ala feminina que se registaram os principais passos da sua história.
A casa viveu períodos de grande desafogo económico que, de algum modo, se reflectiram na procura de peças artísticas de grande qualidade, boa parte das quais ainda se mantêm. Na época moderna o conjunto foi reconstruído e ampliado, desde o final do século XVII aos últimos anos do século XVIII, contando-se Diogo Teixeira, Carlos Gimac e Miguel Francisco da Silva entre os artistas que trabalharam nesta fase.
Em 1886, com a morte da última freira, o Mosteiro foi extinto e todos os seus bens transitaram para a Fazenda Pública. Abre-se, então, uma era de utilizações diversas para este amplo conjunto edificado, mantendo-se, contudo, o espólio artístico, recolhido no Museu de Arte Sacra, entretanto, aí instalado.
Ao longo dos últimos anos, o IPPAR tem vindo a proceder a obras de recuperação e restauro de pequeno porte, indispensáveis e preparatórias da grande empreitada em agenda, e que visa modernizar o Museu de Arte Sacra, implementar um modelo de gestão que garanta a qualidade e a continuidade dos serviços a prestar, e dar novo impulso ao Centro de Estudos, constituído em torno do espólio documental de D. Domingos de Pinho Brandão.
PAF

Imagens

Bibliografia

Título

Monastère d'Arouca

Local

Lisboa

Data

2006

Autor(es)

GOMES, Paulo Varela, QUINTIN, Jeannine

Título

Mosteiro de Arouca

Local

Lisboa

Data

2006

Autor(es)

GOMES, Paulo Varela