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Pelourinho de Moreira de Rei - detalhe

Designação

Designação

Pelourinho de Moreira de Rei

Outras Designações / Pesquisas

Pelourinho de Moreira de Rei (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arqueologia / Pelourinho

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Guarda / Trancoso / Moreira de Rei

Endereço / Local

Largo da Praça
Moreira de Rei

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como MN - Monumento Nacional

Cronologia

Decreto n.º 21 354, DG, I Série, n.º 136, de 13-06-1932 (ver Decreto)

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Foi D. Afonso Henriques quem outorgou à antiga Moraria , que pertencera desde 960 ao Mosteiro de Guimarães, o seu primeiro foral, no século XII, mas em ano desconhecido. Moreira de rei teve foral novo, dado por D. Manuel, em 1512. O concelho foi extinto em 1855, e integrado em Trancoso, do qual é actual freguesia. Da sua passada autonomia restam-lhe algusn testemunhos, como sejam a antiga Casa da Câmara e cadeia comarcã, em determinada altura adaptadas para escola primária, a memória do local das forcas, e o pelourinho, de tipologia manuelina. A estes poderemos acrescentar ainda o próprio topónimo, uma vez que a extensão "de Rei" respeitará certamente aos privilégios recebidos logo no primeiro foral, quando à terra foi garantido o direito de não ter senhores para além do monarca ou seu filho, ou quem os próprios habitantes escolhessem.
O pelourinho levanta-se na praça principal da localidade, sobre plataforma de seis degraus oitavados, de pedra toscamente aparelhada, estando os térreos enterrados no terreno, e funcionando o superior como base da coluna. Esta tem fuste de secção octogonal e faces lisas, com ligeiro espessamento na base, encimado por capitel composto por astragálo boleado, gola lisa oitavada, e uma série de estreitas molduras crescentes, nas quais se apoia um tabuleiro oitavado. O remate é em gaiola de grandes dimensões, constituída por dois troncos de pirâmide octogonais, o inferior invertido e truncado, e o superior assente em nove colunelos, um deles central, sendo alguns de factura recente, consequência de um restauro. Os colunelos têm fuste cilíndrico, sendo os oito laterais, apoiados nas arestas da gaiola, formados por um troço central liso rematado, na base e no topo, por várias molduras circulares lisas, alternadas com séries de pérolas. São rematados por pequenos cogulhos cónicos. O chapéu da gaiola é coroado por um pináculo octogonal rematado em "esfera" armilar ovalada. SML

Imagens

Bibliografia

Título

Pelourinhos Portugueses, Tentâmen de Inventário Geral

Local

Lisboa

Data

1997

Autor(es)

MALAFAIA, E. B. de Ataíde