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Pelourinho de Pinhel - detalhe

Designação

Designação

Pelourinho de Pinhel

Outras Designações / Pesquisas

Pelourinho de Pinhel (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Pelourinho

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Guarda / Pinhel / Pinhel

Endereço / Local

Praça Sacadura Cabral
Pinhel

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como MN - Monumento Nacional

Cronologia

Decreto de 16-06-1910, DG, n.º 136, de 23-06-1910 (ver Decreto)

ZEP

Portaria de 15-12-1962, publicada no DG, II Série, n.º 8, de 10-01-1963 (sem restrições)

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Depois das campanhas de Reconquista, o núcleo urbano de Pinhel iria organizar-se dentro das muralhas do castelo, mandado edificar por D. Sancho I em 1189. A vila tornava-se então sede de concelho, e no ano de 1209 o mesmo monarca outorgava-lhe concessão de carta de foral. Em 1217 D. Afonso III confirmava o foral. No início do século XIV, por acção de D. Dinis, o castelo era reconstruído e o foral reformado; Pinhel, terra pertencente à Coroa, passaria a usufruir de alguns privilégios. Em 1510 as Reformas Manuelinas trouxeram a renovação do foral medieval, e foi nesta época que o pelourinho de Pinhel foi edificado.
O pelourinho de Pinhel apresenta evidentes afinidades com o pelourinho de Castelo Rodrigo. O pelourinho está assente sobre soco de cinco degraus octogonais. A coluna, de fuste octogonal, possui base quadrada chanfrada nos ângulos, e relevos na zona superior. O capitel, com base de gaiola, tem secção circular e está decorado com anel em forma de cabo decorado por florões e quadrifólios inseridos em círculos. O conjunto possui remate em gaiola, com oito colunelos estriados com base anelada e coroamento cónico estriado, encimado por pináculos decorados com motivos vegetalistas rematados por esferas. A gaiola é rematada por cone estriado, dividido em duas peças.
A estrutura original do pelourinho mantém-se intacta, embora nos anos 40 do século XX tenham sido realizadas obras de consolidação devido à inclinação gradual do conjunto.
Catarina Oliveira

Imagens

Bibliografia

Título

Portugal antigo e moderno: diccionario geographico, estatistico, chorographico, heraldico, archeologico, historico, biographico e etymologico de todas as cidades, villas e freguezias de Portugal e de grande numero de aldeias...

Local

Lisboa

Data

1990

Autor(es)

PINHO LEAL, Augusto Soares d'Azevedo Barbosa de, FERREIRA, Pedro Augusto

Título

Do «modo» gótico ao Manuelino, História da Arte Portuguesa, vol.2

Local

Lisboa

Data

1995

Autor(es)

PEREIRA, Paulo

Título

História da Arte em Portugal, vol. 5 - o Manuelino

Local

Lisboa

Data

1986

Autor(es)

DIAS, Pedro

Título

Pinhel Falcão

Local

Celorico da Beira

Data

1943

Autor(es)

MARTA, Ilídio

Título

Pelourinhos do Distrito da Guarda

Local

Viseu

Data

1998

Autor(es)

SOUSA, Júlio Rocha e

Título

Manuelino. À descoberta da arte do tempo de D. Manuel I

Local

Lisboa

Data

2002

Autor(es)

DIAS, Pedro

Título

Pelourinhos das Beiras

Local

Lisboa

Data

1936

Autor(es)

CARDOSO, Nuno Catarino