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Igreja de Freixo de Espada a Cinta - detalhe

Designação

Designação

Igreja de Freixo de Espada a Cinta

Outras Designações / Pesquisas

Igreja Matriz de Freixo de Espada a Cinta / Igreja de São Miguel, matriz de Freixo de Espada a Cinta / Igreja Paroquial de Freixo de Espada-à-Cinta / Colegiada de Freixo de Espada-à-Cinta / Igreja de São Miguel (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Religiosa / Igreja

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Bragança / Freixo de Espada à Cinta / Freixo de Espada à Cinta e Mazouco

Endereço / Local

Praça Jorge Álvares
Freixo de Espada à Cinta

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como MN - Monumento Nacional

Cronologia

Decreto de 16-06-1910, DG, n.º 136, de 23-06-1910 (ver Decreto)

ZEP

Portaria de 10-01-1953, publicada no DG, II Série, n.º 19, de 23-01-1953 (com ZNA)

Zona "non aedificandi"

Portaria de 10-01-1953, publicada no DG, II Série, n.º 19, de 23-01-1953

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Uma das três igrejas manuelinas com abobadamento das naves à mesma altura, a Igreja de Matriz de Freixo de Espada-à-Cinta é uma igreja-salão mandada edificar por D. Manuel no local de um antigo templo gótico, inicialmente construído no reinado de D. Sancho II. A campanha do século XVI haveria de se arrastar por muito mais tempo, praticamente um século, e as obras encerraram definitivamente depois da restauração da independência, já em pleno reinado de D. João IV.
O exterior apresenta uma feição bastante austera e compacta, denunciando o abobadamento interior à mesma altura, e as necessidades estruturais de base a essa solução. O portal principal, ladeado por dois grandes contrafortes, é de arco abatido e sobrepujado por uma composição decorativa manuelina que termina em dois óculos, sendo estes os únicos elementos que suavizam toda a austeridade estrutural que caracteriza o monumento.
Ao longo do tempo a igreja foi sucessivamente enriquecida, e ainda que em nenhum momento se tenha secundarizado o carácter manuelino de todo o conjunto, são várias as obras modernas que ainda se podem contemplar no interior da igreja. Na capela-mor, inseridas num amplo painel de talha dourada barroca, subsistem tábuas do retábulo-mor original, da autoria de Grão Vasco e datável da década de 20 do século XVI. Esta campanha barroca do reinado de D. João V privilegiou essencialmente a renovação do retábulo-mor, em talha barroca estilo nacional, a construção do coro e a remodelação da sacristia, mantendo os elementos essenciais manuelinos que chegaram praticamente íntegros até aos nossos dias.
PAF

Imagens

Bibliografia

Título

Manuelino. À descoberta da arte do tempo de D. Manuel I

Local

Lisboa

Data

2002

Autor(es)

DIAS, Pedro

Título

A arquitectura manuelina

Local

Vila Nova de Gaia

Data

2009

Autor(es)

DIAS, Pedro