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Igreja do Salvador, de Freixo de Baixo - detalhe

Designação

Designação

Igreja do Salvador, de Freixo de Baixo

Outras Designações / Pesquisas

Mosteiro do Divino Salvador / Igreja Paroquial de Freixo de Baixo / Igreja do Divino Salvador (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Religiosa / Igreja

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Porto / Amarante / Freixo de Cima e de Baixo

Endereço / Local

- -
Lugar do Mosteiro

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como MN - Monumento Nacional

Cronologia

Decreto n.º 25 513, DG, I Série, n.º 138, de 18-06-1935 (ver Decreto)

ZEP

Portaria de 3-03-1971, publicada no DG, II Série, n.º 65, de 18-03-1971 (com ZNA)

Zona "non aedificandi"

Portaria de 3-03-1971, publicada no DG, II Série, n.º 65, de 18-03-1971

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Freixo de Baixo é uma das mais antigas instituições religiosas do território de Amarante, estando documentada desde os finais do século XI. Em 1120, já aqui existia um mosteiro de cónegos de Santo Agostinho, cuja vitalidade, embora escassamente documentada, se presume ter sido regionalmente importante, a ponto de a comunidade figurar numa bula do Papa João XXII a D. Dinis.
O conjunto arquitectónico que chegou até nós data genericamente do século XIII, ainda que se não se conheçam pormenores a respeito da edificação. A igreja é um típico templo românico, de escassas dimensões, constituído por nave única e capela-mor rectangular. O portal principal é em arco de volta perfeita, de três arquivoltas, com elementos vegetalistas e animalistas, sendo o tímpano liso. No interior, o arco triunfal é igualmente a pleno centro, fazendo-se a cobertura em texto de madeira. Voltando ao exterior, o conjunto possui adro fronteiro murado e uma torre quadrangular do lado Sul, anexa à fachada principal, de dois andares, sendo o superior rasgado por pares de arcos sineiros de volta perfeita.
No final da Idade Média, algumas paredes do interior foram revestidas por pinturas murais, de que se conserva uma interessante composição alusiva à Adoração dos Reis Magos, mas, por essa altura, já a comunidade vivia um processo de decadência. Ao longo da Idade Moderna, as referências ao mosteiro são muito escassas, mas permitem vislumbrar um progressivo declínio, inclusive ao nível do edifício monacal. Abandonado depois de 1834, só mais de um século depois se procedeu ao restauro, que se arrastou também por quase duas décadas.
PAF

Imagens

Bibliografia

Título

Simbologia do Românico de Amarante, 2ªed.

Local

Amarante

Data

1997

Autor(es)

GARCÍA, Xosé Lois