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Pelourinho de Melo - detalhe

Designação

Designação

Pelourinho de Melo

Outras Designações / Pesquisas

Pelourinho de Melo (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Pelourinho

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Guarda / Gouveia / Melo e Nabais

Endereço / Local

Largo do Pelourinho
Melo

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como MN - Monumento Nacional

Cronologia

Decreto n.º 2 167, DG, I Série, n.º 265, de 31-12-1915 (ver Decreto)

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Melo é uma povoação de grande antiguidade, que já atingira o estatuto de vila no século XIII. Teve origem numa herdade instituída, no início desse século, por D. Gonçalo de Sousa, que logo terá passado para o senhorio de D. Soeiro Raimundo, cruzado regressado da terra Santa. Foi posteriormente doada por D. Afonso III a Mem Soares, cavaleiro que acompanhara o rei na conquista do Algarve, e que tomou para seu apelido o nome da terra. Melo recebeu foral de D. Manuel, dado em 1515, na sequência do qual se terá levantado o actual pelourinho, junto à ainda existente Casa da Câmara e cadeia comarcã, que conserva o brasão dos Melo.
O pelourinho ergue-se sobre um amplo soco de quatro degraus quadrados, de superfícies muito desgastadas. É constituído por um fuste octogonal liso, com base quadrangular talhada no mesmo bloco, e encimado por uma larga roca octogonal composta por seis molduras lavradas, com decoração geometrizante, e rematada por uma peanha oitavada moldurada sobre a qual figura uma esfera armilar com cruz em ferro. Nas faces da peanha do remate tabém existem representações geomátricas. Numa das faces da roca está o escudo de Portugal, com as Cinco Quinas. SML

Imagens

Bibliografia

Título

Pelourinhos Portugueses, Tentâmen de Inventário Geral

Local

Lisboa

Data

1997

Autor(es)

MALAFAIA, E. B. de Ataíde