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Dólmen do Sítio das Pedras Grandes - detalhe

Designação

Designação

Dólmen do Sítio das Pedras Grandes

Outras Designações / Pesquisas

Dólmen das Pedras Grandes / Sítio da Anta das Pedras Grandes (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arqueologia / Anta

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Lisboa / Odivelas / Ramada e Caneças

Endereço / Local

- -
Sítio das Pedras Grandes

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como MN - Monumento Nacional

Cronologia

Decreto n.º 37 450, DG, I Série, n.º 129, de 16-06-1949 (voltou a classificar este dólmen, agora individualmente) (ver Decreto)
Decreto n.º 33 587, DG, I Série, n.º 63, de 27-03-1944 (classificou dois dólmenes, o do Sítio das Pedras Grandes e o do Sítio das Batalhas) (ver Decreto)

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Foi no final do terceiro quartel do século XIX que um dos principais precursores da prática arqueológica no Portugal de oitocentos, o conhecido engenheiro e investigador Carlos Ribeiro (1813-1882), terá registado pela primeira vez a existência de uma anta conhecida na bibliografia nacional por "Dólmen das Pedras Grandes", erguida no mesmo "Sítio" que lhe deu o nome.
Embora o eminente colaborador dos referenciais Serviços Geológicos (constituídos em meados dos anos cinquenta no âmbito do Ministerio das Obras Publicas, Commercio e Industria) encontrasse este monumento funerário megalítico já bastante arruinado, em consequência, quer dos sucessivos trabalhos agrícolas desenvolvidos ao longo dos tempos na sua área envolvente, quer da reutilização permanente das lajes que ostentaria primitivamente para as mais diversas construções domésticas e económicas, ainda é possível visualizar, nos nossos dias, alguns dos seus elementos constituintes.
Com câmara sepulcral de planta poligonal composta, a anta ostenta, de forma intacta, ainda que tombados, dois dos oito esteios que a formariam inicialmente. Apresenta, para além disso, um esteio de cada lado do corredor primevo, bem como vestígios da estrutura original da mamoa - ou tumulus -, destinada a cobrir por completo o monumento com material terroso que, neste caso específico, se revela predominantemente argiloso.
[AMartins]

Imagens

Bibliografia

Título

Die Megalithgraber der Iberischen Halbinsel: der Westen, Madrider Forschungen

Local

Berlim

Data

1959

Autor(es)

LEISNER, Vera, LEISNER, Georg Klaus

Título

Elementos subsidiários para a história do concelho de Loures

Local

Lisboa

Data

1974

Autor(es)

MADEIRA, Silva

Título

Carta geológica dos arredores de Lisboa na escala de 1:50 000 Material cartográfico notícia explicativa da folha 2 : Loures

Local

Lisboa

Data

1964

Autor(es)

ZBYSZEWSKI, Georges

Título

Inventário dos monumentos megalíticos dos arredores de Lisboa, Actas e Memórias do 1º Congresso Nacional de Arqueologia

Local

Lisboa

Data

1959

Autor(es)

FERREIRA, Octávio da Veiga

Título

Estudos pré-históricos em Portugal. Notícia de algumas estações e monumentos pré-históricos

Local

Lisboa

Data

1980

Autor(es)

RIBEIRO, Carlos

Título

Lisboa e Arredores, Roteiros da Arqueologia Portuguesa

Local

-

Data

-

Autor(es)

ARAÚJO, Ana Cristina Reis da Silva

Título

Carta Arqueológica do Município de Loures

Local

Loures

Data

2000

Autor(es)

SILVA, Ana Raquel

Título

Projecto de demarcação e valorização de duas estações arqueológicas do concelho de Loures, Actas das 5ªs Jornadas Arqueológicas

Local

Lisboa

Data

1994

Autor(es)

OLIVEIRA, Ana Cristina Correia Farinha Bernardino de