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Convento da Encarnação, incluindo a igreja - detalhe

Designação

Designação

Convento da Encarnação, incluindo a igreja

Outras Designações / Pesquisas

Recolhimento da Encarnação / Convento de Nossa Senhora da Encarnação / Mosteiro de Nossa Senhora da Encarnação(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Religiosa / Convento

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Lisboa / Lisboa / Arroios

Endereço / Local

Calçada da Encarnação
Lisboa

Largo do Convento da Encarnação
Lisboa

Beco de São Luís da Pena
Lisboa

Rua do Salema
Lisboa

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Decreto n.º 2/96, DR, I Série-B, n.º 56, de 6-03-1996 (ver Decreto)

ZEP

Despacho de 18-10-2011 do diretor do IGESPAR, I.P. a concordar com o parecer e a devolver o processo à DRC de Lisboa e Vale do Tejo para apresentar propostas de ZEP individuais, ou conjuntas nos casos em que tal se justifique
Parecer de 10-10-2011 da SPA do Conselho Nacional de Cultura a propor o arquivamento
Proposta de 22-08-2006 da DR de Lisboa para a ZEP conjunta do Castelo de São Jorge e restos das cercas de Lisboa, Baixa Pombalina e imóveis classificados na sua área envolvente

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

O Convento de Nossa Senhora da Encarnação foi construído no reinado de Filipe II de Portugal, na sequência da disposição testamentária da Infanta D. Maria, filha de D. Manuel, em criar um Convento em Lisboa um Convento da Ordem de São Bento de Avis. Um incêndio em 1734 e o terramoto de 1755 determinaram alterações profundas no primitivo conjunto filipino, e depois de 1834 foram muitas as readaptações funcionais dos espaços conventuais. A antiga igreja, cujo portal principal ostenta ainda as pedras de armas da Infanta D. Maria, é a parte conventual onde as reformas dos reinados de D. João V e de D. José melhor se fazem sentir. Datam da primeira metade do século XVIII os azulejos azuis e brancos característicos do Ciclo dos Grandes Mestres lisboetas, o retábulo-mor, onde interveio João Frederico Ludwig e as pinturas da capela-mor. Da campanha pós-terramoto são as pinturas atribuídas a André Gonçalves ou oficina e toda a nova estrutura arquitectónica essencial do Convento. SML

Imagens

Bibliografia

Título

Conventos de Lisboa

Local

Lisboa

Data

1989

Autor(es)

CAEIRO, Baltazar

Título

Monumentos Sacros de Lisboa em 1883

Local

-

Data

1924

Autor(es)

PEREIRA, Luís Gonzaga

Título

Monumentos e edifícios notáveis do distrito de Lisboa, vol. V (2º tomo)

Local

Lisboa

Data

1975

Autor(es)

ALMEIDA, D. Fernando de