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Quinta da Amoreira da Torre - detalhe

Designação

Designação

Quinta da Amoreira da Torre

Outras Designações / Pesquisas

Quinta da Amoreira da Torre(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Quinta

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Évora / Montemor-o-Novo / Nossa Senhora da Vila, Nossa Senhora do Bispo e Silveiras

Endereço / Local

Quinta da Amoreira da Torre
-

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como MIP - Monumento de Interesse Público

Cronologia

Portaria n.º 264/2014, DR, 2.ª série, n.º 71, de 10-04-2014 (ver Portaria)
Despacho de concordância de 2-02-2012 do diretor do IGESPAR, I.P.
Parecer de 23-01-2012 da SPAA do Conselho Nacional de Cultura a propor a alteração da categoria de classificação para MIP
Proposta de 9-01-2012 da DRC do Alentejo para a classificação como MIP
Procedimento (indevidamente) prorrogado até 31-12-2011 pelo Despacho n.º 19338/2010, DR, 2.ª série, n.º 252, de 30-12-2010 (ver Despacho)
Despacho de homologação de 10-08-1998 do Ministro da Cultura
Parecer de 29-07-1998 do Conselho Consultivo do IPPAR a propor a classificação como IIP
Despacho de abertura de 16-04-1997 do vice-presidente do IPPAR
Proposta de abertura de 11-04-1997 da DR de Évora

ZEP

Despacho de 10-01-2014 da diretora-geral da DGPC a determinar a reanálise da proposta, nos termos do art.º 43.º do Decreto-Lei n.º 309/2009, de 23-10-2009
Anúncio n.º 13553/2012, DR, 2.ª série, n.º 198, de 12-10-2012 (ver Anúncio)
Parecer favorável de 23-01-2012 da SPAA do Conselho Nacional de Cultura
Proposta de 9-01-2012 da DRC do Alentejo

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Os primeiros dados conhecidos relacionados com a herdade da Amoreira da Torre remontam ao ano de 1321, onde segundo referência documental, estas terras integravam os domínios do Cabido da Sé de Évora.
Em 1437 a propriedade pertencia à ama da Infanta D. Isabel, D. Tareja, e cerca de quarenta anos depois, D. Fernão Martins de Mascarenhas era designado com o donatário das terras.
No início do século XVI, a torre estaria já construída, sendo então edificada a cerca, bem como o pombal e a designada Fonte da Rainha.
Somente no século XVIII a propriedade foi ampliada com a construção de um novo edifício, em torno de um pátio interior, e um tanque. Na época foi também plantado o olival em torno da cerca quinhentista.
No início do século XX, foi construída a capela, e cerca de 1920 a propriedade foi adquirida pela família Cunhal, que procedeu ao restauro do edifício da quinta, entregando o projecto aos arquitectos Raul Lino e Jorge Reis, que criaram o jardim de buxo.
Catarina Oliveira
GIF/ IPPAR/ 2007

Imagens