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Palacete Oitocentista (ex-Tribunal da Comarca) - detalhe

Designação

Designação

Palacete Oitocentista (ex-Tribunal da Comarca)

Outras Designações / Pesquisas

Biblioteca Municipal
AntigoTribunal Judicial da Comarca
Antigos Paços do Município
Casa da Família Moreira / Casa da Família Moreira / Biblioteca Municipal de Ferreira do Alentejo (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Palacete

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Beja / Ferreira do Alentejo / Ferreira do Alentejo e Canhestros

Endereço / Local

Rua Conselheiro Júlio de Vilhena
Ferreira do Alentejo

Número de Polícia: 5

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IM - Interesse Municipal

Cronologia

Aviso n.º 7515/2003, Apêndice n.º 147, 2.ª série, n.º 225, de 29-09-2003 (ver Aviso)
Deliberação de 13-11-2002 da CM de Ferreira do Alentejo a aprovar a classificação como de IM

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Imóvel
O edifício encontra-se implantado na zona central da vila, na antiga Rua de Messejana, hoje Rua Conselheiro Júlio de Vilhena, representando um típico palacete urbano da época de oitocentos distribuído em dois pisos mas com poucos elementos arquitetónicos de relevo. A fachada principal é rasgada por vãos de verga reta, com portal de lintel chanfrado. No piso térreo as janelas são simples, enquanto que no piso nobre são de sacada, nesta caso guardadas por balaústres. Ao nível dos interiores o edifício foi bastante alterado como resultado das reformas destinadas a adaptar o prédio a diversos serviços municipais.

História
Os edifícios de porte mais nobre da vila de Ferreira do Alentejo foram mandados construir por importantes famílias locais, sobretudo a partir do século XIX, quando a vila conheceu uma época de grande desenvolvimento económico baseado na produção vinícola. Foi assim que surgiu o antigo palacete da família Moreira, imóvel oitocentista que, logo em 1879, e de acordo com a data que surge no lintel da porta, foi ocupado pela Câmara Municipal. Os serviços camarários permaneceram aí instalados até 1960, ano após o qual recebeu o Tribunal Judicial da Comarca, a Conservatória do Registo Predial, o Registo Civil e o Cartório Notarial. As últimas obras foram realizadas aquando da instalação da Biblioteca Municipal, em 1999, obras estas que procuraram respeitar a traça original. Refira-se que, atualmente, a entrada na Biblioteca é comum ao vizinho Museu Municipal, imóvel também ele classificado.
Sílvia Leite/IGESPAR/2004, atualizado por Maria Ramalho/DGPC/2016.

Imagens

Bibliografia

Título

Inventário Artístico de Portugal - Distrito de Beja, Vol. XII

Local

Lisboa

Data

1992

Autor(es)

ESPANCA, Túlio