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Capela de São Sebastião e respectivo adro - detalhe

Designação

Designação

Capela de São Sebastião e respectivo adro

Outras Designações / Pesquisas

Antiga Igreja Paroquial de Balsa / Igreja Paroquial de Balsa / Capela de São Sebastião(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Religiosa / Capela

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Viseu / Tabuaço / Desejosa

Endereço / Local

Lugar da Balsa
Desejosa

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como MIP - Monumento de Interesse Público

Cronologia

Portaria n.º 257/2011, DR, 2.ª Série, n.º 19, de 27-01-2011 (ver Portaria)
Despacho de homologação de 2-09-2009 do Ministro da Cultura
Parecer favorável de 31-10-2007 do Conselho Consultivo do IGESPAR, I.P.
Proposta de 19-03-2007 da DR do Porto com a inclusão do adro
Parecer de 10-11-2004 do Conselho Consultivo do IPPAR a propor que a proposta seja alargada ao adro
Proposta de 13-07-2004 da DR do Porto para a classificação como IIP
Despacho de abertura de 12-08-2002 do vice-vresidente do IPPAR
Proposta de abertura de 30-08-2002 da DR do Porto
Processo iniciado em 2001 na DR do Porto

ZEP

Portaria n.º 257/2011, DR, 2.ª Série, n.º 19, de 27-01-2011 (sem restrições) (ver Portaria)
Despacho de homologação de 3-02-2005 da Ministra da Cultura
Parecer favorável de 10-11-2004 do Conselho Consultivo do IPPAR
Proposta de 13-07-2004 da DR do Porto

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

A igreja Matriz de Balsa foi construída na viragem para o século XVI, provavelmente coincidindo com o foral que D. Manuel passou à antiga povoação de Valença do Mosteiro de São Pedro das Águias a 6 de Maio de 1514. O edifício que chegou até nós, todavia, é o resultado de uma ampla modificação executada no período barroco, em momento ainda incerto do século XVIII.
O templo é de modestas proporções, de planta longitudinal composta por nave e capela-mor rectangular, sendo a cobertura do corpo em tecto de madeira a imitar um sistema abobadado abatido e a da capela-mor em caixotões de talha dourada, cujas molduras enquadram tábuas de pintura características do reinado de D. João V. A fachada principal é de dois registos, sendo o portal de lintel recto e associando-se-lhe uma sineira de arco de volta perfeita.
No interior, destacam-se as várias realizações de talha, a maioria já do século XIX e correspondendo a um figurino tardo-barroco comum nos meios regionais e mais afastados dos centros artísticos e vanguardistas do reino. Em meados do século XX, o púlpito da nave foi substituído pelo retábulo de Santo Ildefonso, obra policromada em tons de branco e amarelo, com colunas encimadas por capitéis coríntios.
Foi esta a última manifestação de engrandecimento do templo, que não mais voltou a ser objecto de transformação. No seu conjunto, ele evoca os tempos em que Balsa foi freguesia do concelho e desfrutou de um breve momento de apogeu populacional e administrativo.
PAF

Imagens