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Edifício da Caixa Geral de Depósitos da Figueira da Foz - detalhe

Designação

Designação

Edifício da Caixa Geral de Depósitos da Figueira da Foz

Outras Designações / Pesquisas

Edifício da Caixa Geral de Depósitos, CGD, da Figueira da Foz (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Edifício

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Coimbra / Figueira da Foz / Buarcos e São Julião

Endereço / Local

Largo Luís de Camões (Praça Velha)
Figueira da Foz

Número de Polícia: 25

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como MIM - Monumento de Interesse Municipal

Cronologia

Edital n.º 453/2017, DR, 2.ª série, n.º 123, de 28-06-2017 (ver Edital)
Edital N.º 20/2017 de 14-03-2017 da CM da Figueira da Foz
Deliberação de 9-01-2017 da CM da Figueira da Foz a determinar a classificação como MIM
Edital n.º 754/2016, DR, 2.ª série, n.º 157, de 17-08-2016 (ver Edital)
Deliberação de 23-05-2016 da CM da Figueira da Foz a determinar a abertura do procedimento de classificação do Edifício da Caixa Geral de Depósitos da Figueira da Foz
Em 21-01-2016 foi dado conhecimento do despacho de arquivamento à CM da Figueira da Foz
Despacho de arquivamento de 17-12-2015 do diretor-geral da DGPC
Proposta de 6-11-2015 da DRC do Centro para arquivamento do pedido de abertura do procedimento de âmbito nacional, atendendo às alterações realizadas no imóvel
Em 7-03-2014 a CM da Figueira da Foz informou que o processo municipal não foi concluído, mas ter interesse na classificação do imóvel
Pedido de parecer de 1-07-2002 da CM da Figueira da Foz sobre a classificação como de IM
Edital N.º 178 de 17-04-2002 da CM da Figueira da Foz
Deliberação de 2-04-2002 da CM da Figueira da Foz a determinar a abertura do processo de classificação como de IM

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Imóvel
Localizado na Praça Luís de Camões, um dos principais espaços urbanos da frente marítima da Figueira da Foz, o edifício da Caixa Geral de Depósitos desenvolve-se numa planta retangular profunda, dividida em quatro pisos. Por se integrar numa das extremidades da praça, na confluência de duas ruas, exibe três fachadas, que se destacam pela verticalidade dos volumes.
A entrada principal da agência é feita pelo corpo lateral, que fecha o ângulo entre o frontispício e a fachada lateral esquerda, rematado por torre com coruchéu. No piso térreo deste corpo abre-se a porta, com dois acessos, ambos encimados por um frontão neo-barroco estilizado onde se integra um painel figurativo de pedra, esculpidos em relevo, representando, no acesso lateral, a Indústria, e no principal, virado ao mar, a Pesca.
O remate do extremo direito da fachada principal é feito num corpo semi-circular, rasgado a toda a altura por uma janela que ilumina uma escada interior.
As fachadas apresentam alguma harmonia entre si, sendo marcadas pela abertura simétrica de janelas em todos os pisos, que vão diminuindo de diâmetro nos registos superiores.
História
Construído entre 1942 e Junho de 1948, data em que é inaugurado, o edifício da Caixa Geral de Depósitos da Figueira da Foz pertence a um conjunto de agências bancárias mandadas edificar por esta instituição bancária na década de 40 do século XX, e cuja construção ficou a cargo do Ministério das Obras Públicas.
Erigidas "habitualmente em lugares centrais das principais cidades e vilas portuguesas", estas filiais são consideradas um interessante núcleo edificativo "pela sua qualidade construtiva e interesse arquitectónico" (Fernandes: 2003, p. 114).
O imóvel, cuja autoria permanece anónima, apresenta as características da arquitetura Português Suave patrocinada pelo Estado Novo, destacando-se no projeto o coruchéu que remata a torre lateral do edifício ou o portal "barroquizante" com o baixo-relevo figurativo (Idem). No entanto, no conjunto destes edifícios de agências bancárias, o da Figueira da Foz é considerado um dos exemplares mais "leves" por apresentar um modelo menos monumental e mais sóbrio.
Catarina Oliveira
DGPC, 2017

Imagens

Bibliografia

Título

Arquitectura Moderna Portuguesa 1920-1970. Um Património a Conhecer e Salvaguardar

Local

-

Data

-

Autor(es)

-

Título

Português Suave - Arquitecturas do Estado Novo

Local

Lisboa

Data

2003

Autor(es)

FERNANDES, José Manuel