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Igreja de São Cristóvão, Matriz de Louredo - detalhe

Designação

Designação

Igreja de São Cristóvão, Matriz de Louredo

Outras Designações / Pesquisas

Igreja matriz de Louredo / Igreja Paroquial de Louredo / Igreja de São Cristóvão(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Religiosa / Igreja

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Porto / Paredes / Louredo

Endereço / Local

Lugar do Facho
Louredo

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como MIP - Monumento de Interesse Público

Cronologia

Portaria n.º 338/2011, DR, 2.ª Série, n.º 27, de 8-02-2011 (ver Portaria)
Despacho de homologação de 23-09-2009 do Ministro da Cultura
Parecer favorável de 28-06-2006 do Conselho Consultivo do IPPAR
Proposta de 3-01-2005 da DR do Porto para a classificação como IIP
Despacho de abertura de 18-07-2002 do vice-presidente do IPPAR
Proposta de abertura de 16-07-2002 da DR do Porto

ZEP

Portaria n.º 338/2011, DR, 2.ª Série, n.º 27, de 8-02-2011 (sem restrições) (ver Portaria)
Despacho de homologação de 23-09-2009 do Ministro da Cultura
Parecer favorável de 28-06-2006 do Conselho Consultivo do IPPAR
Proposta de 3-01-2005 da DR do Porto

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

A igreja de Louredo que hoje se conhece foi construída apenas no século XVIII (1716-19), substituindo uma outra de época anterior e que se erguia num local diferente. Estas informações constam da escritura do retábulo-mor, com data de 1715, ano em que a capela-mor não estava ainda concluída (CMParedes, http://www.cm-paredes.com). A descoberta do documento de 1715 fez recuar um ano a data do início dos trabalhos apontada por Américo Costa, que balizava a sua construção entre 1716 e 1719 (COSTA, 1948).
A fachada é seccionada por pilastras que, no primeiro registo definem a base das torres, muito estreitas e rematadas por coruchéus. O pano central é aberto pelo portal de verga recta com cornija saliente, no eixo do qual se encontra o nicho com a imagem do orago, flanqueado por duas janelas muito reduzidas. Termina em frontão triangular com cruz na empena.
No interior, ganha especial importância o conjunto de património integrado, do qual fazem parte os retábulos, as sanefas, o púlpito, a imaginaria, etc, pertencendo os primeiros (retábulo-mor e colaterais de talha dourada) à mesma campanha decorativa. Na verdade, a talha dourada extravasa o âmbito dos retábulos, associando-se a outros elementos do templo. O arco triunfal exibe ainda vestígios de pintura que correspondem, muito possivelmente, a uma outra campanha datada de 1725, ano que se lê no arco.
A igreja foi objecto de intervenções mais recentes, responsáveis pelo revestimento azulejar da fachada e pelo lambril de azulejo no interior (cf. Processo de Classificação, IPPAR/DRP, 2003).
(Rosario Carvalho)

Imagens

Bibliografia

Título

Diccionário Chorographico de Portugal Continental e Insular

Local

Porto

Data

1948

Autor(es)

COSTA, Américo