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Igreja Velha de Santa Maria de Corvite - detalhe

Designação

Designação

Igreja Velha de Santa Maria de Corvite

Outras Designações / Pesquisas

Igreja de Santa Maria de Corvite (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Religiosa / Igreja

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Braga / Guimarães / Prazins Santo Tirso e Corvite

Endereço / Local

- -
Corvite

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como MIP - Monumento de Interesse Público

Cronologia

Portaria n.º 667/2012, DR, 2.ª série, n.º 215, de 7-11-2012 (ver Portaria)
Procedimento prorrogado até 31-12-2012 pelo Decreto-Lei n.º 115/2011, DR, 1.ª série, n.º 232, de 5-12-2011 (ver Diploma)
Anúncio n.º 16976/2011, DR, 2.ª série, n.º 221, de 17-11-2011 (ver Anúncio)
Parecer favorável de 23-02-2011 da SPAA do Conselho Nacional de Cultura
Proposta de 17-01-2011 da DRC do Norte para a classificação como MIP
Procedimento prorrogado pelo Despacho n.º 19338/2010, DR, 2.ª série, n.º 252, de 30-12-2010 (ver Despacho)
Despacho de abertura de 9-07-2001 do vice-presidente do IPPAR
Proposta de abertura de 6-07-2001 da DR do Porto
Processo iniciado em 1996

ZEP

Portaria n.º 667/2012, DR, 2.ª série, n.º 215, de 7-11-2012 (sem restrições) (ver Portaria)
Anúncio n.º 16976/2011, DR, 2.ª série, n.º 221, de 17-11-2011 (ver Anúncio)
Parecer favorável de 23-02-2011 da SPAA do Conselho Nacional de Cultura
Proposta de 17-01-2011 da DRC do Norte

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Os primeiros registos da existência de uma igreja em Corvite, dedicada a Santa Maria, remontam ao século XIII. O templo actualmente existente foi edificado no século XVI, destacando-se pelo conjuntos de pinturas a fresco que se encontram no seu interior. Este templo tem também a invocação de Nossa Senhora do Ó.
A Igreja de Santa Maria de Corvite apresenta uma planta longitudinal de nave única e capela-mor rectangular. A fachada principal possui dois registos, o primeiro com portal de arco quebrado sem decoração, o segundo com janela de gradeamento de ferro; o conjunto é rematado por empena encimada por cruz. À esquerda foi adossado ao corpo da igreja uma torre sineira rematada por cornija recta, cujo acesso é feito por escadaria adossada. A igreja possuía originalmente um alpendre, que foi removido nos anos 30 do século XX.
O interior do templo é desprovido de pavimento, destacando-se os frescos existentes na maioria dos panos murários, que foram postos a descoberto em 1988, depois de terem sido retirados os altares de talha e o reboco das paredes. Na nave podem ver-se as representações de Santa Bárbara e Santa Catarina de Alexandria, e ladeando o arco triunfal de volta perfeita que separa a capela-mor do corpo da igreja foram pintadas imagens do Martírio de São Sebastião, São Brás, Santo Antão. Vêem-se ainda as mesas dos altares laterais, que terão sido decorados decoradas com pinturas policromas, como o comprovam os vestígios de cor no altar do lado do Evangelho. Do lado da Epístola foi colocado o púlpito, quadrado e com balaustrada de madeira. O pano murário da capela-mor apresenta um fresco com uma representação da Virgem, ladeada por dois anjos, um segurando uma jarra de flores, símbolo do Mistério da Anunciação, e outro soltando uma pomba, remetendo para o momento da Purificação no templo.
Catarina Oliveira

Imagens

Bibliografia

Título

Guimarães, terras de Santa Maria

Local

Guimarães

Data

1978

Autor(es)

MORAIS, Maria Adelaide