Saltar para o conteúdo principal da página

Igreja de São Silvestre, matriz de Britiande - detalhe

Designação

Designação

Igreja de São Silvestre, matriz de Britiande

Outras Designações / Pesquisas

Igreja Paroquial de Britiande / Igreja de São Silvestre(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Religiosa / Conjunto

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Viseu / Lamego / Britiande

Endereço / Local

- -
Britiande

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como MIP - Monumento de Interesse Público

Cronologia

Portaria n.º 740-B/2012, DR, 2.ª série, n.º 248 (suplemento), de 24-12-2012 (ver Portaria)
Anúncio n.º 12782/2012, DR, 2.ª série, n.º 113, de 12-06-2012 (ver Anúncio)
Parecer de 4-10-2006 do Conselho Consultivo do IPPAR a propor a classificação como IIP
Proposta de 31-03-2005 da DRPorto para a classificação como MIP
Despacho de abertura de 20-04-2001 do Vice-Presidente do IPPAR
Proposta de abertura de 26-08-1997 da DRPorto

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

As origens da igreja matriz de Britiande, dedicada a São Silvestre, remontam, pelo menos, aos meados do século XII, época em que, pela primeira vez, surge referida na documentação. Mais tarde, já no século XVII, o eventual estado de degradação do templo primitivo originou a sua reconstrução, numa linguagem maneirista que se manifesta quer na arquitectura quer na primeira campanha decorativa do interior. A fachada denuncia, no entanto, intervenções posteriores, talvez contemporâneas da remodelação da torre sineira, no século XIX. Esta, em cantaria, contrasta vivamente com o alçado da igreja. É aberta, no piso térreo, por um portal de volta perfeita encimado por janelão rectangular e um friso, ao nível do lançamento da empena do templo, separa este registo do seguinte, onde se encontram duas sineiras. A fachada da igreja é delimitada por pilastras nos cunhais, encimadas por pináculos semelhantes aos que coroam a torre, terminando em empena. Ao centro, abre-se o portal de verga recta, sobrepujado por óculo semicircular e nicho com a imagem de São Silvestre.
No interior, a campanha decorativa seiscentista manifesta-se na capela-mor, revestida por azulejos de tapete, enquanto a nave é coberta por caixotões de madeira pintados com motivos geométricos. De uma outra intervenção mais tardia, já da centúria seguinte, são os elementos de talha dourada, entre os quais se destaca o revestimento do arco triunfal, que extravasa os seus limites integrando os retábulos colaterais e o retábulo-mor. Alguns dos retábulos das capelas inscrevem-se também do barroco joanino, enquanto outros apresentam modelos neoclássicos ou conservam os exemplares maneiristas. Quanto aos panos murários exibem pinturas murais de época rococó.
(RC)

Imagens