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Chafariz das Bravas - detalhe

Designação

Designação

Chafariz das Bravas

Outras Designações / Pesquisas

Chafariz das Bravas(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Chafariz

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Évora / Évora / Malagueira e Horta das Figueiras

Endereço / Local

Avenida Túlio Espanca
Évora

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como MIP - Monumento de Interesse Público

Cronologia

Portaria n.º 447/2012, DR, 2.ª série, n.º 181, de 18-09-2012 (ver Portaria)
Relatório final do procedimento aprovado por despacho de 18-07-2012 do diretor-geral da DGPC
Anúncio n.º 8777/2012, DR, 2.ª série, n.º 79, de 20-04-2012 (ver Diploma)
Procedimento prorrogado pelo Despacho n.º 19338/2010, DR, 2.ª série, n.º 252, de 30-12-2010 (ver Despacho)
Parecer favorável de 3-03-2009 do Conselho Consultivo do IGESPAR, I.P.
Proposta de 30-06-2006 da DRC do Alentejo para a classificação como IIP
Edital de 16-05-2008 da CM de Évora
Despacho de abertura de 19-01-1996 do vice-presidente do IPPAR
Proposta de 17-01-2005 da DR de Évora para a classificação como IIP

ZEP

Portaria n.º 447/2012, DR, 2.ª série, n.º 181, de 18-09-2012 (sem restrições) (ver Portaria)
Relatório final do procedimento aprovado por despacho de 18-07-2012 do diretor-geral da DGPC
Anúncio n.º 8777/2012, DR, 2.ª série, n.º 79, de 20-04-2012 (ver Anúncio)
Parecer favorável de 3-03-2009 do Conselho Consultivo do IGESPAR, I.P.
Proposta de 12-09-2008 da DRC do Alentejo

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Mencionado documentalmente desde 1483, o Chafariz das Bravas terá sido edificado pelo Senado Eborense no último terço do século XV (ESPANCA, Túlio, 1966), e integrado na rede de águas construída nas principais entradas da cidade.
Muito embora D. João III tenha introduzido melhoramentos ao Chafariz das Bravas, nomeadamente através de uma empreitada "do montante de 10 000 reis entregue aos pedreiros Lourenço Luís e Domingos Rodrigues, segundo arrematação pública de 11 de Março de 1528" (ESPANCA, Túlio, 1966), este monumento não parece ter sofrido grandes intervenções estruturais.
Assim, a cortina de vinte ameias góticas que remata o paredão de alvenaria e enquadra o tanque rectangular de granito, é muito semelhante ao desenho "apenso à folha de guarda do Foral da Leitura Nova, doado pelo rei D. Manuel em 1 de Novembro de 1501 "(ESPANCA, Túlio, 1966). No entanto, existem outras descrições que referem a existência de mais do que um tanque, o que aponta para modificações a esse nível, motivadas, muito possivelmente, pelas necessidades de aproveitamento das águas para diversos fins (GUERREIRO, Madalena, 1999, p. 7).
Por outro lado, sabe-se que o brasão de armas nacionais que se encontrava ao centro, e as duas carrancas situadas nos extremos do Chafariz, desapareceram (ESPANCA, Túlio, 1966).
(Rosário Carvalho)

Imagens

Bibliografia

Título

Chafarizes e fontes públicas da cidade de Évora

Local

-

Data

1999

Autor(es)

GUERREIRO, Manuela da Palma

Título

Inventário Artístico de Portugal, vol. VII (Concelho de Évora - volume I)

Local

Lisboa

Data

1966

Autor(es)

ESPANCA, Túlio