Saltar para o conteúdo principal da página

Fonte do Largo de Avis - detalhe

Designação

Designação

Fonte do Largo de Avis

Outras Designações

Fonte da Porta de Avis

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Fonte

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Évora / Évora / Évora (São Mamede, Sé, São Pedro e Santo Antão)

Endereço / Local

Largo de Aviz
Évora

Proteção

Situação Actual

Procedimento encerrado / arquivado - sem protecção legal

Categoria de Protecção

Procedimento encerrado / arquivado (processo individual). Abrangido em...

Cronologia

Despacho de encerramento de 26-02-2008 da subdirectora do IGESPAR, I.P.
Proposta de classificação de 14-12-1995 da DR de Évora

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

Abrangido por conjunto inscrito na Lista do Património Mundial da UNESCO, que, ao abrigo do n.º 7 do art.º 15.º da Lei n.º 107/2001, de 8 de Setembro, se encontra classificado como MN

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

A Fonte da Porta de Avis originalmente situada no Largo da Porta Nova, terá sido construída pela vontade do cardeal-infante D. Henrique, em data posterior a 1573, durante o reinado de D. Sebastião. Esta fonte é tradicionalmente atribuída ao arquitecto Afonso Álvares, então conservador do cano da Água da Prata e autor do Chafariz da Praça do Giraldo. No entanto, não será de afastar a possibilidade de intervenção, ou mesmo de desenho, do seu assistente e mestre de pedraria, Mateus Neto.
A construção desta fonte insere-se na rede distribuidora do Aqueduto da Prata, tendo sido edificada no âmbito no plano de D. Henrique, que visava modernizar as estruturas de bastecimento de água à cidade, construídas no reinado de D. João III.
Em 1886 o Município alterou a sua localização original, o que voltou a acontecer em 1920, época em que foi transferida para o Terreiro da Porta de Avis, onde actualmente se encontra. No entanto, estas sucessivas deslocações provocaram alguns estragos, principalmente ao nível das proporções, agora mais diminuídas (ESPANCA, Túlio, 1966). Assim, a taça apoia-se numa base quadrangular de três degraus, a partir da qual se desenvolve a fonte em forma de pirâmide, com remate ovalóide. Em 1965 a Câmara beneficiou a fonte, pelo que esta recuperou então a distribuição da água através das gárgulas antropomórficas originais, em bronze.
(Rosário Carvalho)

Imagens

Bibliografia

Título

"Inventário Artístico de Portugal, vol. VII (Concelho de Évora - volume I)"

Local

Lisboa

Data

1966

Autor(es)

ESPANCA, Túlio