Saltar para o conteúdo principal da página

Pelourinho de Monsanto - detalhe

Designação

Designação

Pelourinho de Monsanto

Outras Designações / Pesquisas

Pelourinho de Monsanto (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Pelourinho

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Castelo Branco / Idanha-a-Nova / Monsanto e Idanha-a-Velha

Endereço / Local

Largo do Pelourinho
Monsanto

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Cronologia

Decreto n.º 23 122, DG, I Série, n.º 231, de 11-10-1933 (ver Decreto) Ver inventário elaborado pela ANBA

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

A aldeia de Monsanto, talvez erguida no local de um antigo castro com posterior ocupação romana, domina a partir da sua elevada implantação as vastas planícies que se estendem desde a Serra da Gardunha. É conhecida uma primeira tentativa de repovoamento do local, então de grande importância estratégica, aquando da doação a D. Gualdim Pais, Mestre da Ordem do Templo, em 1165. Poucos anos mais tarde, em 1172, o território é entregue à Ordem de Santiago, e em 1174 recebe uma primeira carta de foral, ainda outorgada por D. Afonso Henriques, e posteriormente confirmado por D. Sancho I (1190) e por D. Afonso II (1217). De D. Manuel, em 1510, Monsanto recebeu foral novo, na sequência do qual se terá erguido o pelourinho. Este monumento, ainda conservado, foi no entanto reconstruído em finais da década de 30 do século XX, para o que foram reunidas peças então dispersas. Levanta-se na praça principal da localidade, ou Largo do Pelourinho, junto à Capela do Socorro e à Igreja da Misericórdia, igualmente do século XVI, e na vizinhança da famosa Torre do Relógio, ou de Lucano, datada ainda de Quatrocentos. É um exemplar muito singelo, constando de uma pequena plataforma rectangular semi-embebida no pavimento desnivelado, sobre a qual asenta a base, que acaba por representar o elemento mais característico do conjunto, e a coluna, encimada por um diminuto remate. A base é constituída por um grande bloco em forma de campânula, com base quadrada talhada no primeiro terço, com um chanfro côncavo, de forma a converter-se em octógono, arredondado em calote no topo. A coluna reduz-se a um simples fuste cilíndrico, com talhe quadrado na base, que encaixa num orifício do bloco anterior. O fuste é rematado por um profundo recorte circular, que define um pescoço ou gola, sobre a qual fica um pequeno cilindro com o mesmo diâmetro da coluna, possivelmente talhado no mesmo bloco. SML

Imagens

Bibliografia

Título

Pelourinhos Portugueses, Tentâmen de Inventário Geral

Local

Lisboa

Data

1997

Autor(es)

MALAFAIA, E. B. de Ataíde

Título

Beira Baixa. A memória e o olhar

Local

Lisboa

Data

1993

Autor(es)

MARCELO, M. Lopes