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Pavilhão do Rádio, do Instituto Português de Oncologia de Lisboa Francisco Gentil - detalhe

Designação

Designação

Pavilhão do Rádio, do Instituto Português de Oncologia de Lisboa Francisco Gentil

Outras Designações / Pesquisas

Pavilhão do Rádio do IPO / Instituto Português de Oncologia Francisco Gentil Martins(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Hospital

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Lisboa / Lisboa / São Domingos de Benfica

Endereço / Local

Rua Professor Lima Basto
Lisboa

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como MIP - Monumento de Interesse Público

Cronologia

Portaria n.º 389/2013, DR, 2.ª série, n.º 115, de 18-06-2013 (ver Portaria)
Relatório final do procedimento aprovado por despacho de 26-04-2013 da diretora-geral da DGPC
Procedimento prorrogado até 30-12-2013 pelo Decreto-Lei n.º 265/2012, DR, 1.ª série, n.º 251, de 28-12-2012 (ver Diploma)
Anúncio n.º 13620/2012, DR, 2.ª série, n.º 206, de 24-10-2012 (ver Anúncio)
Procedimento prorrogado pelo Decreto-Lei n.º 115/2011, DR, 1.ª série, n.º 232, de 5-12-2011 (ver Diploma)
Despacho de concordância de 2-11-2011 do diretor do IGESPAR, I.P.
Parecer favorável de 7-11-2011 da SPAA do Conselho Nacional de Cultura
Proposta de 19-10-2011 da DRC de Lisboa e Vale do Tejo para a classificação como MIP
Procedimento prorrogado pelo Despacho n.º 19338/2010, DR, 2.ª série, n.º 252, de 30-12-2010 (ver Despacho)
Edital N.º 109/08 de 17-11-2008 da CM de Lisboa
Despacho de 4-09-2008 da subdirectora do IGESPAR, I.P. a determinar a abertura do procedimento de classificação de âmbito nacional
Edital n.º 94/2007 de 3-01-2008 da CM de Lisboa, publicado no Boletim Municipal n.º 724 de 3-01-2008
Despacho de 21-06-2007 do director Municipal de Cultura a determinar a abertura do processo de classificação como de IM
Nova proposta de abertura de 27-04-2007 da DR de Lisboa
Proposta de 2-04-2007 da DR de Lisboa para a abertura de procedimento de classificação de âmbito nacional
Em vias de classificação, nos termos do Regime Transitório previsto no n.º 1 do Artigo 1.º do Decreto-Lei n.º 173/2006, DR, I Série, n.º 16, de 24-08-2006 (ver Diploma), mas caducou, visto o procedimento não ter sido concluído no prazo fixado no referido artigo

ZEP

Portaria n.º 389/2013, DR, 2.ª série, n.º 115, de 18-06-2013 (sem restrições) (ver Portaria)
Relatório final do procedimento aprovado por despacho de 26-04-2013 da diretora-geral da DGPC
Anúncio n.º 13620/2012, DR, 2.ª série, n.º 206, de 24-10-2012 (ver Anúncio)
Despacho de concordância de 2-11-2011 do diretor do IGESPAR, I.P.
Parecer favorável de 7-11-2011 da SPAA do Conselho Nacional de Cultura
Proposta de 19-10-2011 da DRC de Lisboa e Vale do Tejo

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

«Teria sido um dos maiores conjuntos arquitectónicos dos anos 20 na cidade de Lisboa se tivesse sido construido na sua totalidade. Carlos Ramos desenvolvera os projectos de todos os edifícios para o novo Instituto Português de Oncologia, e que contava: um edifício principal - com diferentes versões - , e os pavilhões de consultas externas, zoologia, botânica e rádio. Mas apenas foi nessa época edificado um dos "pavilhões" projectados pelo arquitecto, que se destinava a concentrar a radioterapia e o laboratório de fisica das radiações. O Pavilhão do Rádio foi o primeiro a ser construido, numa urgência justificada após terem sido verificados acidentes produzidos no pessoal que trabalhava com esse metal. A sua construção foi orientada pelas conclusões do 2º Congresso Internacional de radiologia, que ocorreu em 1928, em Estocolmo. Edifício com três pisos, de linguagem depurada, possui uma moderna cobertura em terraço destinada a "combater pelo sol as anemias dos irradiados" (Francisco Gentil, "Instituto Português de Oncologia: o Passado, o Presente e o Futuro"), e escadas exteriorizadas através do desenho desencontrado dos vãos e ainda na horizontalidade destes, característica inovadora que testemunha a aderência do arquitecto a uma estética ou funcionalidade "corbusiana". Mais tarde, em 1938, foi novamente elaborado o plano de conjunto para o Instituto, desta vez pelo arquitecto Walter Distel.» (in PACHECO, Ana Assis; Catálogo "Arquitectura do Século XX - Portugal"; Deutsches Architektur - Museum, Frankfurt am Main / Centro Cultural de Belém, Lisboa; 1998; p. 206)

Imagens

Bibliografia

Título

Arquitectura Moderna Portuguesa 1920-1970. Um Património a Conhecer e Salvaguardar

Local

Lisboa

Data

2004

Autor(es)

AA.VV.

Título

Arquitectura Moderna e Obra Global a partir de 1900

Local

Porto

Data

2009

Autor(es)

TOSTÕES, Ana