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Bloco da Carvalhosa - detalhe

Designação

Designação

Bloco da Carvalhosa

Outras Designações / Pesquisas

Bloco da Boavista / Bloco da Carvalhosa(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Edifício

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Porto / Porto / Cedofeita, Santo Ildefonso, Sé, Miragaia, São Nicolau e Vitória

Endereço / Local

Rua da Boavista
Porto

Número de Polícia: 571-573

Proteção

Situação Actual

Classificado

Categoria de Protecção

Classificado como MIP - Monumento de Interesse Público

Cronologia

Portaria n.º 316/2017, DR, 2.ª série, n.º 191, de 3-10-2017 (ver Portaria)
Relatório final do procedimento aprovado por despacho de 25-08-2017 do subdiretor-geral da DGPC
Anúncio n.º 52/2017, DR, 2.ª série, n.º 71, de 10-04-2017 (ver Anúncio)
Despacho de concordância de 12-10-2016 da diretora-geral da DGPC
Parecer favorável de 21-09-2016 da SPAA do Conselho Nacional de Cultura
Proposta de 2-02-2015 da DRC do Norte para a classificação como MIP
Anúncio n.º 311/2013, DR, 2.ª série, n.º 180, de 18-09-2013 (ver Anúncio)
Despacho de 16-07-2013 do Secretário de Estado da Cultura a aprovar a abertura de novo procedimento de classificação
Parecer favorável de 1-07-2013 da diretora-geral da DGPC
Proposta de 10-06-2013 da DRC do Norte para a abertura de novo procedimento de classificação
Procedimento caducado nos termos do artigo 78.º do Decreto-Lei n.º 309/2009, DR, 1.ª série, N.º 206 de 23-10-2009 (ver Diploma) , alterado pelo Decreto-Lei n.º 265/2012, DR, 1.ª série, n.º 251, de 28-12-2012 (ver Diploma)
Procedimento prorrogado até 31-12-2012 pelo Decreto-Lei n.º 115/2011, DR, 1.ª série, n.º 232, de 5-12-2011 (ver Diploma)
Procedimento prorrogado pelo Despacho n.º 19338/2010, DR, 2.ª série, n.º 252, de 30-12-2010 (ver Despacho)
Despacho n.º 69/GP/05 de 21-07-2005 do presidente do IPPAR a determinar a abertura do processo de classificação

ZEP

Portaria n.º 316/2017, DR, 2.ª série, n.º 191, de 3-10-2017 (ver Portaria)
Relatório final do procedimento aprovado por despacho de 25-08-2017 do subdiretor-geral da DGPC
Anúncio n.º 52/2017, DR, 2.ª série, n.º 71, de 10-04-2017 (ver Anúncio)
Despacho de concordância de 12-10-2016 da diretora-geral da DGPC
Parecer favorável de 21-09-2016 da SPAA do Conselho Nacional de Cultura
Proposta de 2-02-2015 da DRC do Norte

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Projeto dos arquitectos Arménio Losa e Cassiano Barbosa (1945)
«(...) na transição para os anos 40, (es)forçados os preceitos do novo estilo de vida, a burguesia portuense começou a acumular e a reproduzir os proveitos do edifício de andares. Confrontado a este e a oeste com uma casa em andares (António Brito, 1939) e um edifício de andares (José Peneda, 1940), o "edifício da Boavista" define rua, desalinha sem romper a cércea, demarca-se e autonomiza-se para cultivar: outra escala de cidade; outra medida de edifício, fogo, volume; outras convenções de forma e linguagem, de uso. Outra concepção de arquitectura que abraça o "moderno" contaminado em caldo local, aqui argumentado na evolução natural da experimentação dos autores, pela primeira vez confrontados com recursos e standards elevados. Os autores tiram o maior partido formal das dimensões e perímetro da parcela - 24 frente x 41,6 metros (associação de quatro lotes estreitos aproximadamente de 5,9m, como corrente na Boavista), rectangular regular. Densificam numa ocupação em profundidade, na sequência jardim-edifício-pátio-garagens. Ampliam volume (regulamentado, quatro pisos) e área edificável: elevação do rés-do-chão para provocar uma cave habitável, adição de um sexto andar com a sugestão de recuado; a eixo, a escada distribui para duas habitações/piso, todas de idêntica disposição e distribuição, salvo na cave e rés-do-chão com a passagem para as garagens e a libertação da área para acesso ao átrio. O volume é desenhado na forma de um T, avançando para o interior dividido em duas asas, solidárias pela geminação dos solários. Absorve o sentido oderno de composição, recorre a geometrias ortogonais, e a simetria reforça toda a disposição sublinhando a solidez. A geometria interna assenta numa tripartição clara - serviços, comum, quartos - numa estanquidade controlada (quartos, serviços) associada à disposição estrutural. A fluidez do interior é apenas legível na zona comum, mantendo-se o corredor na zona dos quartos. A compartimentação orienta-se segundo princípios de conveniência e comodidade - "foge-se da rua , caminha-se para luz e ar puro": actualiza dispositivos convencionais (receber, refeições, estar anexo aos quartos), introduz outros adequados ao programa de edifício de andares (entrada e circuito de serviços, solário, colector e depósito de lixo; porteiro residente). Para além da interpretação do próprio programa, o tema são os terraços-solário e o pátio interior aberto. Com a obra em tempo de finalização, o cliente pressiona o encerramento. " A supressão dos terraços cria um saguão! Um saguão é o elemento mais condenável da arquitectura. É uma solução inadmissível", escrevem os autores.» (in MENDES, Manuel; Catálogo "Arquitectura do Século XX - Portugal"; Deutsches Architektur - Museum, Frankfurt am Main / Centro Cultural de Belém, Lisboa; 1998; p. 202)

Imagens

Bibliografia

Título

Os Verdes Anos na Arquitectura Portuguesa dos Anos 50

Local

-

Data

-

Autor(es)

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Título

Arquitectura Moderna Portuguesa 1920-1970. Um Património a Conhecer e Salvaguardar

Local

-

Data

-

Autor(es)

-

Título

Cozinhas. Espaço e Arquitectura

Local

Lisboa

Data

2006

Autor(es)

PEREIRA, Ana Marques

Título

Arquitectura Moderna e Obra Global a partir de 1900

Local

Porto

Data

2009

Autor(es)

TOSTÕES, Ana