Saltar para o conteúdo principal da página

Bloco Luso-Lima - detalhe

Designação

Designação

Bloco Luso-Lima

Outras Designações / Pesquisas

Conjunto Habitacional do Campo Luso / Bloco Luso-Lima(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Edifício

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Porto / Porto / Bonfim

Endereço / Local

Rua Alegria
Porto

Número de Polícia: 1880

Proteção

Situação Actual

Procedimento caducado - sem protecção legal

Categoria de Protecção

Não aplicável

Cronologia

Procedimento caducado nos termos do artigo 78.º do Decreto-Lei n.º 309/2009, DR, 1.ª série, N.º 206 de 23-10-2009 (ver Diploma) , alterado pelo Decreto-Lei n.º 265/2012, DR, 1.ª série, n.º 251, de 28-12-2012 (ver Diploma)
Procedimento prorrogado até 31-12-2012 pelo Decreto-Lei n.º 115/2011, DR, 1.ª série, n.º 232, de 5-12-2011 (ver Diploma)
Procedimento prorrogado pelo Despacho n.º 19338/2010, DR, 2.ª série, n.º 252, de 30-12-2010 (ver Despacho)
Despacho n.º 130/2004 - PRES. de 30-12-2004 do presidente do IPPAR a determinar a abertura da instrução do processo de classificação

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

«Impressões de um morador
As razões do interesse e do êxito deste conjunto habitacional assentam, essencialmente, nos seguintes aspectos: - escala do empreendimento, permitindo além de vantagens dificilmente analisáveis, a existência de prolongamentos exteriores colectivos fora do comum; - organização cuidada dos fogos (dentro dos esquemas usuais); - (...) Ultrapassada a função de dormitório-refeitório que caracteriza a quase totalidade da produção deste tipo (...), referem-se às críticas que se apresentam a exigências ligadas a um desejo e uma possibilidade de "ficar"... que talvez não interessem à maioria dos proprietários. A organização do fogo (...) baseia-se no agrupamento em zonas distintas, perfeitamente relacionadas, supondo a existência de empregada a dormir em casa. As áreas previstas são suficientes (...), bem como os espaços complementares, no que se refere a arrumos, armários, higiene pessoal, etc.. A organização da zona de serviço, correcta dentro do esquema adoptado, não parece contudo, apta a uma contínua actualização de equipamento e de uso (...)que se reflectem na própria estrutura da família e no uso da casa. Responder a esta evolução implicaria, antes de mais, e neste caso, em possibilitar uma diferente articulação zona de serviço - zona comum, em prever outras exiências de equipamento (...), numa mais elástica organização da zona de serviço (recuperação das instalações da empregada); afectando, ainda , a concepção dos acessos, prolongamentos exteriores privados, etc. (...) Por outro lado, é dificil conseguir que caibam dentro de um esquema convenciona, ainda preferido na maioria dos casos, as decisões correspondentes a alternativas de uso, de interesse mais ou menos próximo, se bem que muitas vezes imediato. Outros aspectos a que a organização do programa procura responder ligados ao equilíbrio no uso da casa (...), estão prejudicados por um deficiente isolamento acústico, dentro do fogo e entre fogos (...) - o problema foi encarado mas não totalmente resolvido. No que respeita a prolongamentos exteriores colectivos, é evidente a preocupação de conseguir espaços complementares da habitação, em vez de "uma paisagem": zonas prortegidas dos ventos dominantes, zonas pavimentadas para recreio, zonas de sombra, aproveitamento de desníveis para uma relação conveniente com a rua (...).» (in revista "ARQUITECTURA", nº 94, 1966, pp. 181-182; texto de Álvaro Siza Vieira escrito a 6/8/66)

Imagens

Bibliografia

Título

Arquitectura Moderna Portuguesa 1920-1970. Um Património a Conhecer e Salvaguardar

Local

Lisboa

Data

2004

Autor(es)

AA.VV.

Título

Os Verdes Anos na Arquitectura Portuguesa dos Anos 50

Local

-

Data

-

Autor(es)

-