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Bloco de Habitação Colectiva "Ouro" - detalhe

Designação

Designação

Bloco de Habitação Colectiva "Ouro"

Outras Designações / Pesquisas

Bloco de Ouro / Bloco de Habitação Colectiva "Ouro"(Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Civil / Edifício

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Porto / Porto / Bonfim

Endereço / Local

Rua Fernandes Tomás
Porto

Número de Polícia: 47-107

Proteção

Situação Actual

Procedimento caducado - sem protecção legal

Categoria de Protecção

Não aplicável

Cronologia

Procedimento caducado nos termos do artigo 78.º do Decreto-Lei n.º 309/2009, DR, 1.ª série, N.º 206 de 23-10-2009 (ver Diploma) , alterado pelo Decreto-Lei n.º 265/2012, DR, 1.ª série, n.º 251, de 28-12-2012 (ver Diploma)
Procedimento prorrogado até 31-12-2012 pelo Decreto-Lei n.º 115/2011, DR, 1.ª série, n.º 232, de 5-12-2011 (ver Diploma)
Procedimento prorrogado pelo Despacho n.º 19338/2010, DR, 2.ª série, n.º 252, de 30-12-2010 (ver Despacho)
Despacho n.º 69/GP/05 de 21-07-2005 do presidente do IPPAR a determinar a abertura do processo de classificação

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

« A adopção dos princípios mais radicais do estilo internacional são assumidos em 1952 na proposta portuense do membro da ODAM (Organização dos Arquitectos Modernos), Mário Bonito, revelando o entendimento dos cnceitos de um novo urbanismo e das necessárias transformações da cidade. Trata-se de um edifício de habitação com garagens situadas no nível térreo e quatro pisos de habitação. É nítida a influência lecorbusiana no traçado regulador da fachada, marcada horizontalmente por longas e profundas varandas, alternadas com o corpo vertical das grelhas correspondente à zona de serviços. Bloco em altura numa rua consolidada, desenvolve-se em dois planos: o piso térreo alinha com o perfil das outras construções da rua e o bloco habitacional é recuado sobre um terraço "utilizável" o que permite ganhar altura, isolamento e presença. Utiliza-se o esquema dstributivo das 40 células familiares em galeria, solução que será retomada, igualmente no porto, no ano seguinte, no bloco da Praça Afonso V, do jovem Pereira da Costa, e por Viana de Lima no Bloco Costa Cabral.» (in "Arquitectura do Movimento Moderno - Inventário do DoCoMoMo Ibérico - 1925/1965", 1995, texto de Tostões, Ana Cristina, p. 233)

Imagens

Bibliografia

Título

Arquitectura Moderna Portuguesa 1920-1970. Um Património a Conhecer e Salvaguardar

Local

Lisboa

Data

2004

Autor(es)

AA.VV.

Título

Os Verdes Anos na Arquitectura Portuguesa dos Anos 50

Local

-

Data

-

Autor(es)

-