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Igreja de Nossa Senhora de Fátima, paroquial de Águas (Igreja Nova), e torre sineira - detalhe

Designação

Designação

Igreja de Nossa Senhora de Fátima, paroquial de Águas (Igreja Nova), e torre sineira

Outras Designações / Pesquisas

Igreja de Nossa Senhora de Fátima, paroquial de Águas, e torre sineira / Igreja Paroquial de Águas / Igreja de Nossa Senhora de Fátima / Igreja Nova (Ver Ficha em www.monumentos.gov.pt)

Categoria / Tipologia

Arquitectura Religiosa / Igreja

Inventário Temático

-

Localização

Divisão Administrativa

Castelo Branco / Penamacor / Aldeia do Bispo, Águas e Aldeia de João Pires

Endereço / Local

Largo das Igrejas
Águas

Proteção

Situação Actual

Em Vias de Classificação

Categoria de Protecção

Em Vias de Classificação (com Despacho de Abertura)

Cronologia

Anúncio n.º 231/2015, DR, 2.ª série, n.º 194 de 5-10-2015 (ver Anúncio)
Despacho de 20-07-2015 do Secretário de Estado da Cultura a determinar a abertura de novo procedimento de classificação
Despacho de concordância de 24.08.2015 do diretor-geral da DGPC
Proposta de 31-07-2015 da DRC do Centro para a abertura de um novo procedimento de classificação da Igreja de Nossa Senhora de Fátima, paroquial de Águas (Igreja Nova), e torre sineira
Procedimento caducado nos termos do artigo 78.º do Decreto-Lei n.º 309/2009, DR, 1.ª série, N.º 206 de 23-10-2009 (ver Diploma)
Despacho de abertura de 15-12-2004 do presidente do IPPAR
Proposta de 27-09-2004 da DR de Castelo Branco para a abertura do procedimento de classificação da Igreja Paroquail de Águas
Despacho n.º 67/2004 - PRES., de 18-06-2004, do presidente do IPPAR a determinar que se estude a eventual classificação da Igreja de Águas, com carácter de urgência

ZEP

-

Zona "non aedificandi"

-

Abrangido em ZEP ou ZP

Abrangido por outra classificação

Património Mundial

-

Descrição Geral

Nota Histórico-Artistica

Primeira igreja moderna construída após a Igreja de Nossa Senhora de Fátima (Pardal Monteiro, Lisboa), e um dos primeiros projectos de um jovem arquitecto para quem a linguagem arquitectónica sempre andou a par com renovação dos programas e o empenho cívico. A importância desta obra deve-se à primazia de dois conceitos - o de espaço interno e o de integração - que no momento de afirmação do «estilo internacional» face ao tradicionalismo dominante, quer na Igreja quer na cultura oficial, representavam uma inusitada inovação, anunciando quer a recusa do tradicionalismo, quer um retorno crítico às raízes.
Quer no espaço interno, as opções pela forma de assembleia, pela luz e cor interiores, quer a integração no local, usando os materiais graníticos em diálogo com o betão, a grande cobertura em telha suportada por asnas metálicas, tal como a posição do adro parcialmente murado, traduziam a vontade de renovar sem romper, estabelecendo uma continuidade que respeitava o carácter da aldeia.
Ana Tostões, Arquitectura Moderna Portuguesa, 1920-1970.

Imagens

Bibliografia

Título

Os Verdes Anos na Arquitectura Portuguesa dos Anos 50

Local

-

Data

-

Autor(es)

-

Título

Arquitectura Moderna Portuguesa 1920-1970. Um Património a Conhecer e Salvaguardar

Local

Lisboa

Data

2004

Autor(es)

AA.VV.